domingo, 17 de agosto de 2008

Comentário sobre o filme Em busca da Felicidade

Em busca da Felicidade
Chris Gardner (Will Smith) é um homem muito inteligente e talentoso, que trava todos os dias uma luta inglória para sustentar a família. Sua mulher Linda (Thandie Newton) também trabalha arduamente com o mesmo objetivo, porém acaba não resistindo aos problemas constantes provocados pela pressão financeira e decide ir embora, deixando o marido e o filho de 5 anos (Jaden Christopher Syre Smith).

Sozinho com o filho, Chris vê, dia a dia, as coisas piorarem...

Então toma uma decisão. Talvez a única que possa lhe trazer alguma esperança de encontrar a felicidade...

Realizado por Gabriele Muccino, “Em Busca da Felicidade” é um filme notável que vai além da fórmula simples do melodrama. Nele não encontramos nenhum super-herói, apenas um pai como tantos outros. Também não encontramos uma história fantástica, mas a realidade de uma pobre e dura vida de família.

Nele, contemplamos comovidos, a história de uma perseguição dos sonhos, a realização de uma promessa feita e a capacidade de um homem para superar todos os obstáculos que encontrou em seu caminho, até encontrar a sua felicidade.

Num primeiro momento, podemos nos equivocar e concluir que, para Chris, a felicidade é o dinheiro. Entretanto, não é isto simplesmente o que vejo.

Em primeiro lugar vejo um pai totalmente empenhado em estar junto do filho; um pai que fez o possível e o impossível por amor ao filho. Atitudes notáveis que parece cair em desuso nos dias atuais, quando cada vez mais pais saem de casa, abandonando o convívio com os filhos, com uma facilidade de impressionar. O personagem principal deste filme nos ensina que vale a pena fazer sacrifícios para estar ao lado de um filho, nos bons e maus momentos.

Em segundo lugar vejo um pai que, por amor e preocupação com o filho, é capaz de tirar, de um trágico momento, uma oportunidade para brincar. Decisão inusitada que nos serve de belo exemplo, pois quantas vezes, por causa de um mau dia ou de sérios problemas, descontamos em nossos filhos nossa irritação, mau humor e frustrações, levando-os muito mais vezes à lágrimas do que a risos.

Em terceiro, vejo um homem corajoso, inteligente, capaz de correr um alto risco, por acreditar na sua própria capacidade. Vejo um homem lutador, que não desanima, que supera a dor física e emocional em prol de um objetivo. Vejo um homem, que mesmo representado por um personagem, pode servir de exemplo. Exemplo de garra, de amor, de pai, de cidadão, de capacidade para sonhar e conquistar seu sonho.

E não o sonho de ganhar muito dinheiro, mas o sonho de ver, de muito perto, seu filho crescer e de ter um emprego honesto para com ele suprir as necessidades de sua família.

Era este o sonho de Chris.

Foi isto que ele conquistou primeiro. Depois veio a riqueza. Muito depois...

Comentário sobre o filme Diamante de Sangue



Todos a querem. Todos brigam por ela. Todos sujam as mãos de sangue. Cada um tem seus motivos... Por causa de uma rósea pedra, de estupendo valor.

Este é o tema central do envolvente filme “Diamante de Sangue” (EUA, 2006), tendo como pano de fundo o caos e a guerra civil que dominou Serra Leoa na década de 1990. Dirigido por Edward Zwick, reúne excelentes atores, como Leonardo Dicaprio no papel de Danny Archer e Djimon Hounsou no papel de Solomon Vandy.

Sem dúvida, um excelente filme, embora violento e cruel. Muitas cenas causam impacto e tristeza, sobretudo por sabermos o quanto tudo aquilo foi verdade e ainda o é, em muitos países.

É interessante observar a motivação, o interesse e o objetivo que move cada personagem. E os sentimentos que o tempo todo transparece também são merecedores de atenção.

Mais uma vez destacamos, e agora também neste filme, o quanto as histórias dos personagens se assemelham às histórias da vida real.

Mulheres que permitem que seu coração ame um homem frio e sem caráter. Homens que são tocados pelo amor de uma mulher ou que passam a compreender o próximo e sofrem uma mudança interior por causa disto. Ou ainda homens que são capazes de humilhar, matar, destruir pessoas e famílias por causa da ganância e do poder. Como também pessoas que ainda acreditam que vale a pena lutar por algo, como a verdade e a família. E também pessoas que sofrem ou morrem, mesmo inocentes, em meio às tantas guerras entre os homens.

Todas estas são histórias de pessoas. Pessoas ligadas a uma família. Famílias que sofrem por causa dessas pessoas. Tenho conhecido muitas pessoas assim, que causam dor à sua família. Homens que maltratam suas esposas e filhos. Filhos que se rebelam contra seus pais.

Mulheres e homens que praticamente abandonam seus filhos em prol de uma carreira e status e dinheiro. Pessoas que mentem e enganam.

Porém, além de tudo isto, quero ainda destacar a necessidade que o ser humano tem de relacionamento e o quanto as circunstâncias e os desejos podem unir caminhos de vidas tão distintas.

É o que acontece com Danny e Solomon, ambos africanos. Um mercenário e um pescador. Um branco e um negro. Um ganancioso e um simples. Um solteiro e livre e um marido e pai comprometido.

Homens de caráter e valores tão distintos, mas que se unem num mesmo objetivo, apesar de motivos diferentes, porque precisam um do outro.

Danny quer o diamante porque ele pode ser seu bilhete de saída da África e do ciclo de violência e corrupção no qual ele sempre havia se dedicado.

Solomon quer o diamante não só porque foi ele quem o achou, mas porque é o meio de salvar sua esposa e filhas de uma vida de refugiadas e seu filho do destino de ser um soldado infantil.

Trava-se então a luta entre a necessidade do dinheiro e a necessidade da família.

Qual sairá vencedor?

Vale a pena assistir!!!

Comentário sobre o filme Compromisso Precioso


Compromisso Precioso

O compromisso de uma fé desafiada pelo impossível e testada pelo irresistível afeta a família inteira. O triunfo do espírito de Jesus numa vida vai inspirar a todos quantos assistirem a este filme maravilhoso.


A história comovente do amor entre John e Ellen Brighton. Unidos eles enfrentam uma terrível doença impiedosa, o Mal de Alzheimer, que confirmará seu amor ou destruirá a família e seu casamento.

Neste filme há problemas:
Na carreira profissional,
Nos relacionamentos familiares;
No seu viver diário;
Uma confusão que só o poder de um amor real pode superar.

Phil Brighton, o irmão e sócio de John, vive livre demais para entender porque John mantém assim sua fé e seu casamento diante de circunstâncias tão terríveis.

Mas a luta de seu irmão faz com que Phil encontre uma nova esperança.

COMPROMISSO PRECIOSO mostra a importância de viver onde muitos buscam respostas sérias para os desafios da vida.

O filme retrata com sensibilidade esta triste realidade que é o mal de ALZHEIMER, e somente com JESUS superamos as mudanças e passamos a amar cada vez mais nossa família.

Um filme para abençoar as famílias e fortificar o nosso compromisso conjugal e espiritual.

COM CERTEZA VALE A PENA ASSISTIR!!!

sábado, 16 de agosto de 2008

Carta do Além

Imagine se o diabo resolvesse escrever uma carta para alguém aqui na Terra.

Dessas pessoas folgadas, que não estão nem aí com Deus ou a Igreja. Creio que ela seria mais ou menos assim:

"Caro Amigo":
Saudações infernais!

Estou tão ansioso por nosso encontro final que resolvi escrever-lhe afim de manifestar minha paixão por você. Você é tão perverso, orgulhoso, malvado e rancoroso!

A característica que mais admiro em você é esse seu desprezo por Deus.

Noto que você transgride todos os mandamentos da Bíblia.

Particularmente estou torcendo para que você adquira logo uma doença.
Com sua vida promíscua, creio que isto não vai demorar.

Também torço para que você se arrebente quando dirigir bêbado. Isto o traria logo para os meus braços, numa união eterna.

Outro dia, quando se livrou daquele chato que, com a Bíblia na mão, insistia que você mudasse de vida, nós fizemos a maior festa.

Para encerrar, espero que você permaneça firme.

Fuja da Igreja.

Nunca ouça ou veja aqueles programas que falam do meu maior inimigo, "Jesus".

Atenciosamente,
Satanás


Esta carta é uma peça de ficção.

Mas o seu conteudo é verdadeiro.

Se você não gostou do que nela está escrito, vai gostar menos ainda de ir para o inferno.

Ainda há tempo de se arrepender de seus pecados e se entregar a Jesus.

Um Abraço e pense nisso.

Isaias do Valle - Extraído do folheto: Carta do Além (SBB)

terça-feira, 12 de agosto de 2008

A Caverna

Suponhamos que exista uma caverna escura, ao fundo desta caverna um banquinho de madeira, uma mesa, um jarro de água, um pão dormido e uma lamparina com uma luiz muito fraca. Você está sentado neste banquinho. Esta caverna tem aproximadamente 10 metros de comprimento por 5 metros de largura, na parte da frente grades muito resistentes, em algum lugar da caverna há a chave principal, também uma marreta e há também um rádio comunicador.
Identifique os objetos citados e faça uma dissertação sobre o aprisionamento da sociedade e de como ela pode sair da caverna?

Sociedade Secular
A Caverna
Podemos analisar a caverna como:

O mundo em que vivemos.

A sociedade vive num mundo que está dividido por etnias, raças, cor, credos, religiões e línguas. Este mundo vive em sociedade e estas sociedades têm em seu padrão um código de ética ou leis para regerem a sociedade que determinar o seu modo de viver, andar, falar e agir. Portanto, esta caverna pode ser alguma sociedade distribuída neste universo acima citado e criando dogmas ou crenças que os impedem de ver ou sair além daquele perímetro demarcado, ou aquela visão aceita por esta sociedade.

O mundo que fazemos.

Vivemos dentro de uma sociedade e, às vezes, criamos um outro círculo de vida. Sozinhos, acompanhados, em grupo menor, são formas de viver que aprendemos ou incluímos no nosso viver por uma variedade de motivos. Depressão, Medo, Arrogância, Inveja, etc, são motivos que nos levam a criar fantasias ou nos retraem a uma vida separada, uma vida totalmente diferenciada da sociedade e nula, sendo assim, nos separamos do mundo achando que assim teremos a solução para o nosso problema, ou fugindo dos problemas que nos assolam a todo o tempo. Para não pecar contra Deus (transgressão da Lei de Deus), não precisamos sair deste mundo, desta sociedade ou do bairro que você mora e isolar-se num local, caverna, ou viver de forma que todo o mundo desaprova, até Deus, precisamos sim, viver neste mundo, e aprender-mos a conviver com este mundo de forma que não desagrade a Deus e encarar-mos os problemas de frente, pois se não encarar-mos os problemas, e desviar-mos dele, você terá que viver desviando-se dos problemas ou então exilar-se em algum local para não enfrentar problemas, contudo criará outro problema, A SOLIDÃO!

Vimos então que tanto a sociedade ou você ao criar uma caverna, estamos fugindo de um problema e entrando em outro, logo temos que resolver os problemas, enfrentá-los sem medo e sempre pedindo que Deus coordene os nossos passos, pensamentos, em suma, nossa vida, e esteje no comando.

A escuridão
Abordados os dois tópicos acima, sabemos que tanto na sociedade como na nossa vida temos momentos de desespero, pavor e contendas internas e externas que nos levam a isolar-mos desta sociedade ou convivência trazendo-nos uma ESCURIDÃO, pois não sabemos para onde ir, então tudo parece escuro, um breu em nossa vida. Na escuridão, não se consegue ver o que há na frente, contudo não podem vê-lo, e esta é a verdadeira vontade de quem tem problemas, ficar só, acuado, filosofando consigo mesmo, Deus criou-me para sofrer, ou para viver sofrendo; Será que fui amaldiçoado por Deus; Tantas pessoas piores do que eu e Deus foi fazer logo isto comigo; Não roubo, não mato, não... não... não..., e por que eu?

Um verdadeiro bombardeio faz a si mesmo nesta escuridão, tentando encontrar uma saída. Daí a escuridão e a solidão para achar esta solução.

Tanto a sociedade como o ser humano, tem esta visão de isolar-se e no primeiro problema ir para a sua caverna e na escuridão procurar a SOLUÇÃO.

O Banquinho
Muita das vezes a sociedade ou o ser humano (você) está estagnado no tempo, por não concordar com algo, ou estar em crise consigo mesmo, pois a todo o momento filosofamos, e discordamos das filosofias existentes em nosso meio, e ao discordar-mos precisamos de um lugar para meditar-mos ou até isolar-mos, como alguns pensam.

Neste isolamento, ou vida que vivemos, paramos em determinados locais que nos incomodam no início, contudo depois acostumamos com o local, podemos analisar da seguinte forma: “Um homem, que não está acostumado a capinar, começa a capinar o seu terreno para preparar o local,e no final do dia a sua mão está cheia de calos e dolorida, pois não está acostumada aquele tipo de trabalho, trabalhando vários dias, esses calos ficam endurecidos e você passa a acostumar com as mãos calejadas. Nos acostumamos com o estilo de vida, aceitamos e resolvemos não mudar, nos ACOSTUMAMOS.

Também deixamos para depois as mudanças por medo ou incerteza. Não sabemos o que pode acontecer, não temos o controle da situação, PROCRASTINAMOS.

A Mesa
Um local onde o ser humano ou a sociedade se diverte, come, bebe e dorme. Somos tentados a ficar em algum local que nós consideramos seguro, que não haja risco para nós ou para sociedade.

O Jarro de Água
A fonte de seu alimento, tanto para o ser humano como para sociedade. Um local refrescante que sacia a sua sede. Na vida temos lugares que saciamos nossa sede, contudo sempre falta-nos alguma coisa, e acostumados com o nosso viver, tememos e não mudamos de vida.

O Pão
Alimento, para o ser humano e para sociedade. O pão significa comida ou alimento. O nosso alimento também pode ser o prazer que o homem necessita lazer, comida, festa, sexo. Sempre existe algo em nossa vida que nos preenche mais, e este algo às vezes nos prende a um determinado local, deixando-nos inertes e posteriormente, não gostando do que foi executado, exilando-se para refletir, e achar a sua resposta.

A Lamparina
Em todo o momento de nossa vida precisamos de luz. Luz para não cair, luz para andar, luz para trabalhar, luz para..., precisamos de luz em todo o momento de nossa vida, mesmo que seja uma luz fraca.

Para nossa vida ou sociedade é preciso de uma luz (idéia) para continuarmos a caminhada com rumo direcionado, às vezes não sabemos o que fazer, mediante as circunstâncias da vida e paramos, analisamos e ficamos esperando uma luz, para agirmos.

A Grade
Em certos locais de nossa vida ou da sociedade, existem algo que nos prendem ou nos cercam, podemos chamar de GRADES. As grades não são ultrapassadas por nossa culpa, as vezes nem existem, fazem parte de nossa imaginação, pois em nosso subconsciente existem barreiras ou grades intransponíveis, que depende de nós mesmos ultrapassá-las, achamos que não podemos fazer, achamos que já perdemos, achamos que não há solução, achamos, achamos, achamos. Grades que nos impedem de crescer, ir adiante, seguir o rumo da vida ou da história.

A Chave
A chave ou a solução para o problema da sociedade ou do ser humano está, as vezes, ao nosso lado, contudo em nosso desespero ou em nosso momento de crise, não a vemos ou não procuramos a saída, desesperados com tudo o que está acontecendo ou aconteceu a nossa volta. Deixamos o pessimismo tomar conta de nós e nos entregamos a amargura e a solidão, sendo presas fácil para uma vida desmotivada e sem controle, sem rumo. Então, não procuramos a saída, a solução ou a chave, quantos de nós temos a CHAVE perto de nós e não movemos um dedo, pelo medo ou pelo desespero que nos cerca.

A Marreta
Uma ferramenta que serve para quebrar algo. Precisamos de instrumentos diversos em nossa vida para poder sair de algumas situações, uma MARRETA serve para libertar-nos de algo que nos prende, mais uma ferramenta para a liberdade, e se não soubermos usá-la, ou se não quiser-mos usá-la? Ficaremos presos, inertes.

O Rádio comunicador
Serve para comunicar-se com algo ou alguém. Em nossa vida podemos transferir este pensamento para uma televisão, um computador, um celular, algo que nos faça comunicarmos com algo ou alguém. Desta forma, mesmo presos ou inconformados com o mundo e a sociedade em que vivemos, mesmo nos enclausurando, podemos saber o que se passa em nosso meio sem contaminarmos ou sem ter contato com quem não queremos.

Ficar isolado nem sempre significa ficar sem comunicação, isolome do mundo, contudo posso confiar em alguém que me passe as informações necessárias para eu saber o que está acontecendo ou eu agir na hora certa.

Com os meios de comunicação podemos também só receber informação e não contactarmos com ninguém, somente isolado e informado do que acontece ao nosso redor ou no mundo.
Sociedde Cristã
A Caverna
Podemos analisar a caverna como:
O mundo em que vivemos.
A comunidade Religiosa está dividida em diversos dogmas e grupos religiosos, são eles os Batistas, Presbiterianos, Metodistas, Assembléicos, Luteranos, Judaicos, e muitos outros, cada um criando o seu mundo ou CAVERNA, e as vezes isolando-se do mundo, para melhor doutrinamento de seus membros, e dificultando a convivência de seus membros no mundo.

São grupos religiosos que ao criar esta CAVERNA, esquecem-se do IDE de JESUS, em Mt 28:19-20. e vivem como os escribas, fariseus e saduceus, melhorando o seu conhecimento nas escrituras, nas suas atitudes, na sua doutrina e criam até linguajar diferenciado para contactarem-se, anulando-se do mundo externo. Uma verdadeira CAVERNA cheia de adeptos convictos da ortodoxia.

O mundo que fazemos
Dentro destas comunidades religiosas (Igrejas), existem seus ministérios ou uniões que se subdividem, que escolhemos ou que fazemos para compartilhar, e alguns destes ministérios, se não forem bem trabalhados e bem direcionados, são CAVERNAS cheias de dúvidas, incertezas e acima de tudo de imcompreensão. Nestas cavernas as pessoas sentem um verdadeiro vazio, mesmo tendo o ESPÍRITO SANTO habitando em sua vida, pois esquecemos de olhar para o nosso irmão, amar o nosso irmão e pensamos em nós, nossas necessidades, nossos interesses, verdadeiras CAVERNAS CARNAIS. Passamos a ser EGOCÊNTRICO onde deveríamos ser CRISTOCÊNTRICO. Estamos na caverna porque queremos!

A escuridão
Dentro da Religião (igreja) há pessoas que a todo momento passam por crises (desertos) e neste momento parece que tudo está escuro, negro, sem vida, e sentimo-nos sós, perdidos, sem alguém para ajudar-nos, ou então nos fechamos de uma tal forma que ninguém pode nos tocar, nos falar, nem pensar em tomar alguma atitude para nos ajudar, pois criamos uma CAVERNA e nela vivemos nesta ESCURIDÃO, certos de que acharemos a solução. Achamos que temos um grande problema e que DEUS não está nos ouvindo, nos achamos no fundo do poço. Esquecemos que temos um grande DEUS que é maior do que todos os problemas que possamos ter ou possa existir. Estamos na escuridão porque queremos.

O Banquinho
Em algumas situações de nossas vidas paramos, sentamos ou “empacamos”. Ficamos inertes em relação a algumas atitudes, neste BANQUINHO paramos, analisamos, gritmos, choramos, sorrimos, fazemos ele de nosso mundo, UM MUNDO INTOCÁVEL, que somente ele sabe o acesso.

As vezes, estamos em um banquinho incômodo, pois a situação que estamos passando é incômoda, contudo não abrimos espaço para ninguém, achamos que ninguém pode ajudar e ninguém sabe como te ajudar, esquecemos até de DEUS. Ficamos sentados no banquinho.

A Mesa
Nesta mesa choramos, rabiscamos, escrevemos, rasgamos rascunhos e fazemos verdadeiros diários de nossa existência, de nossa vida.e viramos verdadeiros filósofos, pois procuramos entender a nossa existência, o porque do acontecimento em nossa vida, se somos marcados por Deus para sofrer, e esquecemos da MESA de amigos que podem nos ajudar nestes momentos complicados, esquecemos de convidar O VERDADEIRO AMIGO para sentar em nossa MESA, CRISTO. Ele entende, compreende, conversa e nos aconselha para o melhor, pois ELE NOS AMA. Estamos sós nesta mesa.

O Jarro de Água e o Pão
A ÁGUA e o PÃO é um alimento crucial para nossa vida, e a PALAVRA DE DEUS é a nossa ÁUGA E PÃO ESPIRITUAL, pois necessitamos deles para o nosso crescimento espiritual, e muitas das vezes eles estão ao nosso lado, espostos em uma cabeceira, uma escrivaninha, uma mesa de escritório, em algum lugar, contudo não a bebemos, passamos a ficar com a boca seca e o estômago gritando por falta destes alimentos, não bebendo desta água e não comendo deste pão, estamos nos desnutrindo espiritualmente.

Muitos de nós passamos problemas na vida por não nos alimentarmos corretamente, frutas legumes e frutas, e outros nutrientes, na vida espiritual é da mesma forma, se não nos alimentarmos de ÁGUA E PÃO (leitura da Biblia e oração) não cresceremos espiritualmente e seremos presa fácil, pois teremos fome e não saberemos saciar esta fome, teremos sede e não saberemos saciar esta sede.

Estamos com a água e o pão na mesa e não sabemos nos alimentar.

A Lamparina
Quantas vezes procuramos uma luz para resolver nossos problemas financeiros, emocionais, religiosos, familiares, etc. é esquecemos que temos a resposta, A BÍBLIA, pois a bíblia é a LAMPARINA, a luz para as nossas respostas.

Existem muitas pessoas que dizem que a Bíblia não tem todas as respostas para nossos problemas, esquecem de ler a Bíblia em oração e pedindo que o Espírito Santo os ilumine a luz da palavra de Deus, pois temos relatos parecidos com o nosso dia a dia na Bíblia, Adultério, Estupro, Assassinato, Roubo, Fornicação, Divórcio, Casamento, Amor, Fidelidade, Santidade, Prostituição, Idolatria e muitos outros.

Uma LAMPARINA a nossa disposição, uma luz a nossa disposição, e porque não usamos? Será que não a conhecemos? Será que não a vimos? Ou achamos que não resolve todos os problemas?

A luz está a todo o momento em nós, pois guardo a tua palavra no meu coração para não pecar contra ti, posso dizer parafraseando que guardo a tua luz no meu coração para não pecar contra ti.

A Grade
Esta GRADE são barreiras que nos enfrentamos ou colocamos para nos defender de determinadas situações. Situações constrangedoras ou pecaminosas, situações que nos envergonhariam ou nos puniriam.

Também podemos chamar de GRADE ou PRISÕES os momentos que nos fechamos por ahcar que seja muito complexo o momento que estamos passando e queremos ficar sós, enclausurados em nosso mundo, em nossa CAVERNA, nosso BANQUINHO, nossa MESA.

Criamos nossa grade porque queremos.

A Chave
A CHAVE para nossos problemas tanto espirituais como materiais é: “CRISTO”.

Temos a chave ao nosso lado para todas as saídas, contudo não usamos, achamos que resolveremos todos os nossos problemas, nos trancando, nos escondendo ou ficando só. O grande problema de nossa vida é acharmos que podemos tudo sozinho, contudo quando nos vemos desesperados, numa escuridão, sem uma luz, aí usamos a CHAVE que está ao nosso lado.

A Marreta
Serve para quebrar ou abrir caminho, porém quando não usamos a marreta ou não sabemos usá-la é um instrumento inútil, parece que, às vezes, colocamos a marreta como um enfeite de móvel, como quadro, pendurado na parede e não na sua verdadeira utilidade.

Para nossa vida espiritual, se temos uma Bíblia e não sabemos manuseá-la, ou nem a conhecemos, de que adiantará?

Na Bíblia contém códigos de éticas, decálogo e fruto do Espírito, que são irrepreenssíveis pelo homem, pois nos mostram uma conduta séria, e de acordo com um bom viver na sociedade e perante DEUS, contudo se não usamos, meditamos, compreendemos o que ela diz, de nada nos servirá.

Para quebrar os grilhões que nos cercam, precisamos da MARRETA para sermos libertos. Não estamo usando a marreta corrdetamente.

O Rádio comunicador
Algo que nos faz comunicar com alguém ou com algo. Quando fazemos ao nosso redor uma barreira intransponível, criamos um mundo só nosso, precisamos nos comunicar com algo ou alguém de alguma forma, usamos várias formas de comunicação existente hoje, O rádio, a televisão, a internet, o celular, o fax, e muitos outros, contudo, precisamos nos comunicar com alguém.

Ao criarmos o nosso mundo, estamos sós, se não convidarmos ninguém para viver nele, e isto normalmente acontece quando estamos com problemas, parece que ninguém nos entende, ninguém pode ou quer nos ajudar, todos estão contra mim, todos me criticam, e assim continuamos a pensar e fechamo-nos mais ainda nesse nosso mundo ou CAVERNA, na ESCURIDÃO, sentado num BANQUINHO, tendo somente a nossa MESA para nos consolar com um pedaço de PÃO e um JARRO DE ÁGUA para saciar a fome e a sece, que não são suficientes, com uma LAMPARINA que não consegue iluminar o nosso caminho, cercados por uma GRADE da incompreensão e desamor próprio, tendo uma CHAVE e uma MARRETA que não são usadas de acordo com a função exata e apenas usando um RÁDIO COMUNICADOR, para tentar saber o que acontece lá fora, o que acontece com as pessoas, perguntando, através do meio de comunicação, o que acham, o que poderia ser feito se fossem eles que estivessem passando por esta situação ou problema, pergunta, pergunta, pergunta, mas esquece de questionar a pessoa certa, ‘DEUS’. Ele nos ouve, atende as nossas preces, contudo num tempo determinado por Ele e não por nós, aí é que nós não entendemos ou queremos agir por conta própria e entramos em desatino, parafuso, achando que até DEUS esqueceu de nós, não nos vê. ERRADO, DEUS está a todo o momento nos vendo, nos ouvindo, nos abençoando, Ele conhece, sonda o nosso coração e a sua medida nos atende.

Somos, por natureza, insatisfeitos com o que temos com o que queremos, sempre queremos mais, precisamos de mais, e não nos conformamos com o que nos é dado, sempre é pouco, chegamos até a falar ou reclamar, só isso!!! Coitado de nós se DEUS se irritasse com nossas atitudes, fosse sensível como nós somos, seríamos julgados no ato e condenados a morte.

Precisamos entender que o ESPÍRITO SANTO está aqui, habitando em nós, para nos consolar de todo o mal, amargura que há em nosso ser. Não precisamos nos exilar e criarmos uma CAVERNA para tentarmos resolver os nossos problemas, temos CRISTO nos ajudar, Ele é a chave, a marreta, A SOLUÇÃO PARA NOSSA VIDA.

Isaque e Rebeca - Casais da Bíblia

Um exemplo de romantismo e monogamia

A história de Isaque e Rebeca é uma das mais bonitas e interessantes histórias sobre casamento descrita na Bíblia Sagrada.

Isaque nasceu e cresceu num lar onde pode presenciar um amor forte e genuíno entre seus pais, Abraão e Sara. Desde pequeno pode ter experiências com Deus tão profundas quanto as que teve seu pai, com quem aprendeu a amar e confiar em Deus, sob qualquer circunstância (Gn 22:1-18).
De Rebeca não conhecemos muito a história, senão a partir da maneira excepcional como foi escolhida para ser a esposa de Isaque (Gn 24:1-18; 11-27). Entretanto, podemos concluir que, sendo neta de Naor, irmão de Abraão, (Gn 22:22-23), Rebeca e toda a sua família conhecia Jeová e nEle confiava. De outra maneira, não poderíamos compreender a sua disposição em casar-se com um homem que jamais havia visto (Gn 54:61).

Uma noiva para Isaque
Quem escolhia esposa para os filhos eram os pais. Sendo Abraão já velho, e vendo seu filho Isaque sofrer tanto com a morte de sua mãe, começou a preocupar-se em encontrar uma esposa para seu único herdeiro.

Abraão não queria para Isaque uma noiva da terra de Canaã, onde estavam morando, pois aquele povo não adorava o mesmo Deus. (gn 24:1-3).

Abraão desejava que Isaque tivesse um casamento aprovador por Deus, uma esposa que fosse a companheira ideal para o herdeiro da promessa divina e que tivesse condições de dar continuidade a uma geração temente a Deus.

Pergunto:
· Será que nós, como pais, estamos orientando nossos filhos no sentido de escolherem para si esposas e esposos que crêem no mesmo Deus que nós?

· Que tenham condições espirituais de criar filhos segundo os mandamentos divinos?

Para que a experiência de Abraão possa ser realidade em nossas família, devemos:
1. Orar pela vida sentimental dos nossos filhos, mesmo que ainda esteja longe a vida de se casarem. Antes de tomas qualquer providência para o casamento de Isaque, Abraão buscou a vontade do Senhor (Gn 24:7)

2. Ensinar-lhes valores morais e espirituais desde a mais tenra idade. Isaque aprendeu isto quanto ainda era bastante jovem (Gn 22:7-8).

3. Desenvolver uma amizade pura e simples com os filhos. Abraão e Isaque estavam juntos em qualquer circunstância (Gn 22:6,8)

Uma proposta de Casamento
A proposta de casamento que Rebeca recebeu começou com uma prova da existência e do cuidado de Deus àqueles que o amam. Foi um ato de fé, de uma prova para com Deus.

Ciente da grande responsabilidade que seu senhor, Abraão, lhe deu, Eliezer (este foi, provavelmente, o servo que Abraão enviou (Gn 15: 2-3; 24:2) orou, pedindo ajuda a Deus e depois dirigiu-se ao lugar mais provável de encontrar as moças daquela região.

Já é tarde. Como de costume, Rebeca foi ao poço tirar água. Ali aconteceu o encontro que mudaria sua vida para sempre.

Quem nos dera que os casamentos de hoje também começassem com esta receita de felicidade: aprovação dos pais, direção de Deus e escolha inteligente. Seria, sem dúvida, um início excelente!

Um consentimento de Fé
De Isaque, tudo o que Rebeca ouvira falar era que ele tinha 40 anos; que era primo seu; não possuía nenhuma outra mulher e era rico, herdeiro único de seu pai. No entanto, pode ser bem provável que o que mais tenha atraído Rebeca àquele desconhecido tenha sido o fato de ser ele o filho da promessa de Deus a seu pai Abraão.

Depois de ouvir a incrível história que Eliezer contou, não poderia haver dúvida de que Deus estava conduzindo aquele casamento. Foi com esta certeza que Rebeca respondeu à indagação de sua família (Gn 24:58).

Um fato curioso acontece aqui. Não era costume consultar a noiva sobre seu desejo de casar-se ou não; simplesmente ela era dada como mulher ao pretendente marido. O acordo era feito entre os pais. O caso de Isaque e Rebeca é inusitado sob vários aspectos, demonstrando para nós, hoje, que Deus é realmente soberano sobre todas as coisas e que Sua ação sobre os que o amam vai muito além do que pedimos ou pensamos (Ef 3:20).

Que creiamos assim, para que Deus esteja presente em nossos atos, pensamentos, escolhas em toda e qualquer circunstância da vida.

Um romântico encontro.
O primeiro encontro entre Isaque e Rebeca aconteceu no campo, ao entardecer. O relato bíblico diz que Isaque saíra para meditar;

Será que havia ido, mais uma vez, consultar a Deus a respeito da vontade dele para sua vida?

Será que mal conseguia controlar a ansiedade, à espera do retorno de Eliezer? (Gn 24:63,64).

Pacientemente, Isaque esperou, antes de tomas sua noiva em seus braços e tê-la como mulher.
Ouviu ainda todo o relatório trazido por Eliezer. Depois, conduziu Rebeca á tenda de Sara, sua mãe, tomou-a como mulher e amou-a.

Desta história de casamento com contornos de beleza e romantismo, podemos tirar quatro lições:
“Quem ama, espera”. “O amor não se porta inconvenientemente, não busca seus próprios interesses... tudo espera, tudo suporta.” (1 Co 13:5,7). Isaque soube esperar a hora certa de estar a sós com Rebeca.

O ato sexual é sagrado. Deus criou o homem e a mulher para tornarem-se “uma só carne” (Gn 2:24), para desfrutar dos prazeres do ato sexual dentro do casamento. Para Isaque, no momento de tomar Rebeca como sua esposa era tão puro e sagrado que não hesitou em levar sua noiva até a tenda onde havia habitado sua mãe.

O casamento deve ser feito em amor. O casamento que tem as bases do amor é capaz de resistir a duras provas.(Ct 8:7)

Os laços do casamento são mais forte do que os laços entre filhos e pais. “Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne” (Gn 2:24). Isaque amava demais a sua mãe, mas ela morreu. Isaque foi consolado com o amor da esposa.

Um casamento Monogâmico
Em “O dicionário da Bíblia”, diz Davis: “O casamento é uma instituição divina, constituída no princípio, antes da formação da sociedade humana. O Criador instituiu o matrimônio com a união de um homem e uma mulher. A pureza do matrimônio foi-se enfraquecendo pela conduta de homens que se deixavam governar por baixos motivos na escolha de suas esposas.” (Gn 2:18-24 e 6:5).

Por que Isaque escolher somente uma esposa? Exemplos de casamentos polígamos não lhe faltara; quase todos os seus antepassados tiveram mais de uma mulher.

Seria por ter resolvido, simplesmente, devotar todo o seu amor a Rebeca?

Seria pelo motivo de ser ele um homem que saia a meditar e orar ao Senhor?

Quando era menino, Isaque pôde conhecer os males que a poligamia produz: ciúme, inveja, competição e insegurança que presenciou entre as duas mulheres de seu pai. O que gerou conseqüências desagradáveis, pois jamais pode conviver com seu irmão, filho mais velho que seu pai teve com Hagar, a serva egípcia (Gn 16 e 21:9-21).

Que contraste podemos notar entre esta história de um casamento polígamo, com a beleza de um casamento entre um homem e uma mulher de acordo com os moldes que Deus criou.

“A tua mulher será como a videira frutífera, no interior da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa.” (Sl 128:3).

Em todo tempo e lugar, a vida dos pais serve de exemplo para os filhos. O tipo de relacionamento e estilo de casamento que vivenciamos é o que os influenciará. Não é à toa que pesquisas revelam que é maior o número de divórcios entre filhos de pais separados do que de que permanecem juntos durante todas as suas vidas.

Que tipo de exemplo somos para os nosso filhos?

Aplicações para a vida
Do casal Isaque e Rebeca podemos tirar as seguintes lições:

Os pais devem começar cedo a orar pelo casamento dos filhos cultivando valores morais e espirituais dentro do lar, sendo eles mesmos bom exemplo.

A família, quando preserva a amizade, se preocupa com cada um dos seus membros e todos cuidam uns dos outros.

O casamento entre um homem e uma mulher, quando é orientado e aprovado por Deus e feito com amor, tem tudo para dar certo.

O ato sexual é puro, sagrado e só deve ser praticado dentro do casamento.

O casal deve das prioridade ao seu relacionamento, para que a força que os une seja bastante para resistir a qualquer dificuldade.

Maria, nossa irmã em Cristo

(Lucas 1.26-28)

Desejamos saudar as mães cristãs ao meditar sobre a mãe de Jesus, nosso Salvador, modelo de mulher cristã, modelo de mãe, modelo de mãe cristã. Falamos tanto em Pedro, Paulo, João, Barnabé, ou nas santas mulheres da Bíblia como Sara, Miriã, Débora, Ester, Maria Madalena, Marta e Maria, Priscila, mesmo a anônima samaritana, mas esquecemos de voltar os olhos, a mente e o coração para a mulher de coragem, submissa, dedicada, agraciada, serva de Deus que foi Maria de Nazaré!

Por outro lado, tentaremos desfazer a idéia errônea de não-evangélicos a respeito do relacionamento entre os cristãos evangélicos e Maria, nossa irmã na fé, e mãe do Redentor.

SUA PESSOA
O Novo Testamento tem pouco a dizer sobre Maria. É, na verdade, extremamente lacônico ao falar de sua vida. Não tem ela lugar de proeminência nos Evangelhos. Como diz uma autora católica "Parece até ausente do ministério de Jesus, seu filho" Dois dos evangelistas até deixam de colocá-la no início do relato (Marcos e João), pois a história da infância de Jesus, os chamados "Evangelhos da Infância", somente é relatada em Mateus e Lucas.

Suas últimas palavras registradas foram as do casamento em Caná da Galiléia (João 2.3). Fora esse episódio, quantas anotações temos do que falou? Em Mateus e em Marcos nada foi registrado. Em Lucas, (1) na cena da anunciação (1.34,38), (2) no Magnificat (1.46-55), e (3) em 2.48 quando Jesus já está com doze anos e fora levado para se tornar um bar mitzvá . E apesar de todo esse silêncio, a Outra Igreja procura construir um elaborado sistema de obras de Maria e de devoção à sua pessoa?!

Seu nome é a forma greco-latina do hebraico Miriam, nome da irmã de Moisés. No Novo Testamento, é registrada a presença de várias Marias: Maria Madalena, Maria, irmã de Lázaro e de Marta, Maria, a mãe de João Marcos, Maria, membro da igreja em Roma, e Maria de Nazaré.
De fato, morava em Nazaré. O Novo Testamento não o afirma, mas o chamado Proto-evangelho de Tiago declara terem sido seus pais Joaquim e Ana. Tinha cerca de quatorze anos quando ficou noiva de José, carpinteiro de profissão e descendente da casa real de Davi, da qual haveria de nascer o Messias.

Lucas descreve a cena do anúncio de haver sido escolhida para mãe do Messias (1.26ss). O mensageiro de Deus a chama de "agraciada", ou seja, que ela era alvo de um favor especial de Deus, e não que fosse fonte de graça. Esse favor, essa graça especial era ser mãe do "Filho do Altíssimo", mãe do filho do El Elyon (cf. 1.32)! Ora, senhoras e moças judias ansiavam pelo privilégio de ser a mãe do Ungido de Deus, porém Ele não buscou essa moça no palácio de Herodes nem nas camadas altas da sociedade entre os saduceus; fê-lo entre o povo, e agraciou uma jovem simples, pobre, surpreendendo, deste modo, a expectativa e mente de todos (cf. 1Co 1.27). Maria era tão humilde, simples e pobre que ao levar Jesus bebê a Jerusalém para o consagrar, e fazer o sacrifício ordenado pela Lei de Moisés (Ex 13 .2; Lv 12.1-3, 6-8), ofereceu dois pombinhos em vez de um cordeiro (Lc 2. 24).

Aliás, poderia ter dito "não" quando do anúncio, mas não o fez; poderia ter evitado todo o futuro sofrimento, aceitou-o, porém, com resignação e entrega absolutas. Suas Palavras o atestam: "Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra". (Lc 1.38a).

Concebeu do Espírito Santo como o diz Mateus 1.18 (cf. Lc 1.35) tornando-se entre as mulheres a única que pode ser chamada, como o foi por Isabel, "bendita" por trazer no ventre o "bendito fruto" do Eterno (cf. Lc 1.42).

IDÉIAS SOBRE MARIA
Dói-nos ter que abordar o que segue; preferiróamos não precisar mencionar certas questões de teologia popular e, lamentavelmente, também de teologia oficial a respeito da mãe de Jesus. Nosso objetivo não é atacar ou hostilizar a crença de ninguém. Mas, sim, examinar o que diz a Bíblia sobre certas atitudes, doutrinas, dogmas que desvirtuaram o lugar dessa extraordinária mulher cristã, bendita entre as demais.

As idéias não encontradas na Bíblia são: a imaculada conceição, a sua virgindade perpétua, a co-redenção, a sua assunção corporal aos céus, o título "Mãe de Deus", o culto a Maria. Tudo nasce da pergunta se Maria é salva ou salvadora. Diz a Bíblia que precisou ser salva, pois a própria Maria o afirma: "o meu espírito exulta em Deus meu salvador" (Lc 1.47). Pensar diferentemente leva aos dogmas que a Igreja majoritária tem formulado.

A imaculada conceição. É a idéia que para ser mãe do Salvador que não tinha pecado, ela mesma teria que ser isenta de pecado. Deus a teria, portanto, preservado já na sua fecundação da mancha do pecado original. Essa é uma idéia que não combina com a doutrina da Bíblia que ensina "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus" (Rm 3.23, 24).

Ter sido escolhida para gerar o Messias não significa ter sido concebida e nascida sem pecado, nem ter sido a mais perfeita mulher que já viveu. Esse dogma foi promulgado em 1854 pelo Papa Pio IX.

A virgindade perpétua ensina que a mãe de Jesus foi virgem antes, durante, depois do parto, e continuou a sê-lo durante sua vida de casada, de esposa e mãe. Tal doutrina foi definida pelo Concílio Constantinopla II em 553, e nasceu, sobretudo, do apreço à vida monástica (em franco progresso o ascetismo), e do menosprezo ao casamento considerado como estado inferior ao celibato. A insistência católico-romana na virgindade perpétua de Maria objetiva justificar o celibato dos seus sacerdotes e freiras. A Bíblia, no entanto, fala diferentemente: chama a Jesus de seu filho "primogênito" e não de "unigênito" .

Grávida virgem, deu à luz virgem, porém Mateus 1.25 ensina que após o nascimento (e a purificação subseqüente), passou a ter vida matrimonial perfeita e absolutamente normal:

"... e não a conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de Jesus". (Mt 1.25).

E porque não é desdouro ser a mãe do Messias e mãe de outros filhos com seu marido, o Novo Testamento apresenta os nomes de seus filhos: Tiago, José, Simão e Judas, além das irmãs não nomeadas (cf. Mc 6. 3). Que divina sabedoria, o Espírito Santo ter permitido registrar o nome de seus irmãos! Há quem queira dizer que (1) seriam filhos de José de um casamento anterior, não há, porém, registro disso; ou primos de Jesus, no entanto, a palavra usada foi adelphos, pois existe outra, anepsiós que quer dizer "primo, sobrinho", não usada aqui pelos evangelistas.

Co-redenção de Maria junto à cruz do Calvário, ou seja, "sócia na obra da salvação". Uma coisa é dizer que Maria teve um papel único, exclusivamente seu na realização do plano de Deus para a salvação da pessoa humana; é dizer que os fatos da encarnação e do nascimento virginal são de tremendo significado para a Cristologia. Mas outra coisa é atribuir-lhe função salvífica, papel de salvadora e obra co-redentora.

Muita lenda tem surgido por falta de informação e estudo da Bíblia. Jesus ensinou que "errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus" (Mt 22.29), e por falta de conhecimento da Palavra Santa, há quem participe da Ceia (Eucaristia) nos cinco primeiros sábados (pois sábado é o dia do calendário que lhe é dedicado), esperando escapar do inferno sem que se preocupe com uma conduta digna do nome de cristão. E há quem dedique o dia de Sábado ao louvor de Maria que, segundo ensinam, visita o purgatório de onde leva muitas almas para o céu com ela. Quantos erros?! O purgatório?! a salvação após a morte?! Maria salvadora?!

Diz, no entanto o Novo Testamento: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem"( 1Tm 2.5).

"Seja conhecido de vós, e de todo o povo de Israel, que em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, aquele a quem vós crucificastes e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, nesse nome está este aqui, são diante de vós. Ele é a pedra que foi rejeitada por vós, os edificadores, a qual foi posta como pedra angular. E em nenhum outro há salvação; porque deibaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em quem devamos ser salvos" (At 4. 10-12).

Assunção. A doutrina é que Maria após a morte teria sido levada corporalmente para o céu, dogma que foi promulgado em 1950 pelo Papa Pio XII. Nenhum ensino bíblico há sobre isso.

Maria, "Mãe de Deus". Dogma definido no Concílio de Éfeso em 431, e baseado na idéia de que a sua maternidade diz respeito à pessoa inteira de Jesus. Portanto, se Jesus é homem e é Deus, Maria é mãe do homem Jesus e Mãe de Deus (?!) Fiquemos alerta que em lugar algum, o Novo Testamento a chama "Mãe de Deus". É mãe, sim, do filho de Deus. Nem "Mãe da Igreja". São ensinos estranhos ao evangelho. Mas foi "agraciada", bendita entre as mulheres, e exemplo corretíssimo de aceitação, obediência, dependência, submissão, subordinação e serviço a Deus.

O culto a Maria. Diz a doutrina da Outra Igreja que há três tipos de culto: latria (adoração exclusiva a Deus); hiperdulia (alta veneração só prestada a Maria); dulia (veneração aos santos, a lugares e objetos considerados santos). A Bíblia não se pronuncia sobre nada disso nisso! Ao contrário:

"Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam" (Ex 20.3-5).

A Bíblia não admite adoração a astros, estrelas, seres animais, pessoas humanas (At 10.25, 26), anjos (Ap 22. 8,9). E cada vez que isso acontecia, Deus exercia Seu julgamento: é só ler o Livro de Juízes, os sermões dos profetas, ou casos, como a morte de Herodes (At 12.21-23).

O culto a Maria é uma desonra a Deus por causa da proibição do uso de imagens. É o problema de se acrescentar algo mais à verdade da Bíblia.

Pois não há sinais de veneração, culto, ou hiperdulia a Maria no Novo Testamento. Os magos do Oriente não prestaram adoração à estrela, nem a José ou a Maria, mas a Cristo (Mt 2.11); seus presentes foram dados não a Maria ou a José, mas a Jesus; os apóstolos nunca oraram à mãe de Jesus nem lhe prestaram honras especiais; Pedro chamado o primeiro papa, Paulo e Tiago não a mencionam em suas cartas; mesmo João, que dela cuidou até sua morte, não a menciona (Jo 19.27). Instalada a Igreja no Pentecoste, o nome "dado entre os homens, em que devamos ser salvos" é o de Jesus (At 4.12). Um caso que poderia ter sido o primeiro de veneração a Maria foi rechaçado e corrigido na hora por Jesus:

"Ora, enquanto ele dizia estas coisas , certa mulher dentre a multidão levantou a voz e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que te amamentaste. Mas ele respondeu: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus, e a observam" (Lc 11.27, 28).

É chamada "Rainha dos Céus" (Regina Coeli) título monstruoso porque era dado à deusa da fertilidade de Canaã, Astarte: "Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres amassam a farinha para fazerem bolos à rainha do céu, e oferecem libações a outros deuses, a fim de me provocarem à ira" (Jr 7.18; cf. 44.17-19, 25).

O culto de Maria iniciou-se após o quarto século.

COMO NÓS - OS EVANGÉLICOS - A VEMOS

Honramos a Maria, mãe de Jesus, com a mesma homenagem que a Bíblia lhe presta: "bendita entre as mulheres" (Lc 1.42), e reconhecemos que ela foi o vaso que trouxe a água da vida, Ela não é a água da vida, o pão da vida, o caminho, a verdade, ou a ressurreição e a vida.

Com todas as gerações nós a chamamos "bem-aventurada" porque cria na palavra de Deus (Lc 1.48), mas não a deificamos, cultuamos ou oramos a ela. Ao contrário, com ela cultuamos o Filho de Deus; não cultuamos através dela como se medianeira fosse. Essa é a ilusão do movimento "Peça à mãe que o filho atende", que não tem base na Bíblia, que, contrariamente, ensina "... tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo conceda" (Jo 15.16; cf. 14.13, 14). Ou seja, "Peça ao Pai em nome do Filho, que Ele atende".

Nós a reconhecemos como "bem-aventurada", ainda, porque na sua dedicação à vontade de Deus, na sua fé, na sua obediência, é exemplo para nós. É exemplo e modelo a ser imitado não mais, porém, que outros do Antigo ou do Novo Testamento.

Nós a vemos como mulher de louvor, oração e piedade. Seu cântico em Lucas 1.46-55, e que se assemelha em forma e conteúdo ao de Ana (1Sm 2. 1-10), é uma linda página de sensibilidade e profunda espiritualidade.

Atos 1.14 apresenta Maria em oração com outros crentes, sem ter, porém, autoridade e prioridade sobre o grupo. Piedosa, realizou todos os ritos fixados pela Lei: a circuncisão, a purificação, a apresentação no Templo, e ano a ano realizava uma peregrinação a Jerusalém na Páscoa. Após o nascimento de Jesus, trouxe duas ofertas. Uma era queimada (simbolizava completa rendição à vontade de Deus); a outra era oferta pelo pecado (cf. Lv 2.22-24; 12.6-8).

Queremos insistir no fato que Maria foi mulher de profunda sensibilidade espiritual. Sua fé e sua disposição de servir a Deus nos chamam a atenção, por isso deu uma atenção cuidadosa, à educação de seu filho nas tradições religiosas do seu povo, o povo judeu.

Mas ela sabia que precisava de um Salvador (Lc 1. 47). Tinha absoluta consciência de que Jesus era, não só humano, mas também divino e enviado por Deus (Gl 4.4) . Lucas 2.18 e 51 nos mostram que ela meditava cuidadosa, profunda e assiduamente sobre seus deveres. É o protótipo da mulher de reflexão; é o modelo, exemplo da esposa cristã ideal.

Maria deixou um mandamento: "Fazei tudo quanto Ele [Cristo] vos disser" (Jo 2.5). Confessa ter confiança plena no poder divino do seu filho.

"FAZEI TUDO QUANTO ELE VOS DISSER"

Que é o que Ele diz? Entre outros ensinos:

"Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus" (Jo 3. 36).

"Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo mas já passou da morte para a vida" (Jo 5.24).

"Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, salvá-la-á" (Mc 8. 34,35).

Isso significa que é preciso um Salvador pessoal, fé nesse Salvador e obedecer-lhe.
Cristo nosso Salvador!

Sansão e Dalila - Casamentos da Bíblia

O preço da desobediência na vida conjugal

No mundo inteiro, há milhares de casais sem qualquer referencial de fé no Deus único e verdadeiro. Milhares de filhos estão sendo criados num ambiente de total ausência de Deus. Não há nem mesmo algum referencial religioso, ético, moral, etc.

Nenhum de nós daria início a um relacionamento afetivo achando, previamente, que os resultados serão de muita dor e sofrimento. Todos nós buscamos um relacionamento a dois que resulte em felicidade, alegria, saúde afetiva, etc.

Sansão um juiz de Israel
A história do livro de Juízes tem especial destaque para a opressão dos filisteus sobre Israel. Os filisteus serviam como instrumentos de Deus a fim de testar a dedicação e a consagração do povo ao Senhor (Jz 3:1-3).

Sansão é extremamente destacado no livro de Juízes. Seu nome significa “Radioso, Pequeno Sol”. Tornou-se um dos maiores juízes de Israel. Filho de Manoá, da tribo de Dã. Era natural de Zor. Sansão, desde o ventre materno, foi escolhido por Deus para ser o libertador de Israel. Sansão foi nazireu desde o seu nascimento, sendo conhecido como o homem mais forte da Bíblia (Jz 13). Seu personagem é marcado pelas suas façanhas, mas faltava-lhe o domínio próprio. NAZIREU Israelita, homem ou mulher, que fazia voto de dedicação ao serviço de Deus por algum tempo ou por toda a vida {Nm 6.1-21}.

Sansão foi uma figura carismática, mas estava sempre cedendo à tentação da volubilidade (Jz 16:20). No entanto, Sansão teve um belo epitáfio (Jz 16:30). Deus, que está no controle de todas as coisas, foi, na verdade, o grande vitorioso e o grande redentor de Israel, a despeito dos fracassos de seus grandes heróis.

Sansão foi um homem de temperamento colérico. Juízes 14:20 nos informa que ele rompe com a esposa (noiva), em Timna, durante a festa de casamento. O pai da moça tentou oferecer-lhe a filha mais nova e tal fato o deixou ainda mais furioso (Jz 15:2). Sansão vingou-se dos filisteus amarrando tochas acesas nas caudas de 300 raposas presas em pares.

Dalila uma mulher sedutora
Tudo parecia dar certo para Sansão. Governou sobre Israel por vinte anos. Mas, de repente, surge uma mulher em sua vida: Dalila (Jz 16:4). Dalila era da cidade de Gaza. Mulher experiente, sedutora, buscou descobrir a maneira de vencer Sansão. E ele não resistiu aos encantos da mulher.

Dalila foi uma linda mulher, que vivia no território dos filisteus, no vale de Soreque. Eram inimigos do povo de Israel (Jz 16:4). Dalila significa “Delicada”. Sua missão era casar-se com Sansão, a fim de seduzí-lo e descobrir, assim, o segredo de sua força. Pela sua sedução, conseguiu casar-se com Sansão. Casada, tentou de todas as formas descobrir a forma incomum do marido. Importunou-o tanto que acabou conhecendo o segredo da força de Sansão. Após descobrir, sua primeira atitude foi comunicar aos filisteus, que o prenderam, furando-lhe os olhos e atando-o a correntes de bronze.

Pela sua astúcia, Dalila descobriu que a força de Sansão dependia do comprimento de seus cabelos. Sua prisão, na verdade, foi facilitada pelo fato de que, quando dormia, cortaram-lhe as sete tranças (Jz 16:6-22). Toda essa trama de Dalila causou a morte de Sansão. No entanto, Deus o usou antes de sua morte para destruiu milhares de filisteus (Jz 16:26-30).

O perigo das grandes paixões
Sansão tornou-se presa fácil nas garras de uma mulher sedutora e capaz de tudo para alcançar seus propósitos. O casamento de Sansão com Dalila foi tipicamente um casamento de interesses espúrios. De um lado, percebemos um homem vulnerável, vaidoso, orgulhoso de sua força, com uma tendência enorme à promiscuidade sexual. Do outro lado, surge Dalila, que pertencia a povos inimigos de Israel. Os dois foram tremendamente egoístas. Sansão querendo satisfazer sua sede insaciável de mulheres. Dalila querendo descobrir sua força para entregá-lo ao seu povo.

Sansão não poderia casar-se com Dalila. Paixão nada mais é do que uma caricatura do verdadeiro amor. O que uniu Sansão e Dalila foi à química da pele, foi à atração física, com interesses profundamente políticos e religiosos, por parte da mulher. Havia uma grande incompatibilidade religiosa entre os dois. Dalila não acreditava em Deus. Era uma mulher pagã. Por outro lado Sansão recebera de Deus um ministério especial. Era um homem consagrado, separado para Deus. Mas aquiesceu às concupiscências da carne e dos olhos, optando por desobedecer a Deus, para obedecer aos seus caprichos. Eis o grande perigo para os servos e servas de Deus. Os riscos são gigantescos, quando perdemos a noção de nossa comunhão com Deus, de nossos votos e compromissos, perdemos a noção de sua vontade. E aí, quando percebemos, já estamos em pecado.

O sábio Salomão nos adverte quando às paixões. Elas nos cegam, obscurecem nosso entendimento e pervertem o caminho do homem, ao ponto de conduzi-lo à ruína (Pv 710-23).

Resultados Desastrosos
O relacionamento desse casal teve marcas profundas de violências verbais. Dalila o importunava diariamente, buscando descobrir o segredo de sua força. Certamente que isso resultaria em grandes discussões, brigas, etc. imagine todos os dias a mulher dizendo ao marido: “fala, meu bem; fala, meu bem”. A violência verbal é aquela na qual as palavras se tornam aguilhões, espadas capazes de chegar até o mais fundo do coração e ali fazer profundas feridas. Quem de nós um dia já não lançou palavras, setas com endereço certo. Sabemos qual o ponto fraco do marido, da esposa, dos filhos, do irmão e então laçamos aquelas palavras que, no calor da discussão, se tornam verdadeiras bombas capazes de explodir sentimentos dos nossos familiares.

Infelizmente não havia amor no casamento de Sansão com Dalila. Havia interesse. Dalila amava mesmo era o seu povo. Ela amava, sim, seus interesses e a grande oportunidade de se promover a partir daquela relação, fadada ao fracasso. Quando os interesses pessoais e egoístas são maiores do que o próprio amor, o casamento está fadado à morte. É impossível uma família sobreviver diante das crises, problemas e atritos, sem a presença do amor. O amor é a base para a sustentação dos lares e nele os lares precisam estar apoiados. Com certeza a família é uma instituição ameaçada, mas não derrotada, pois o amor tudo vence.

Alguém, sabiamente, já disse: “quem mexe com a paixão está criando para si traição”. Sansão traiu ao seu Deus e foi traído pela paixão de uma mulher. Foi uma tremenda derrota para este homem de Deus.
Conta-nos à história que a dor tomou conta de Sansão.
· Primeiramente, a dor afetiva. O sentimento de ser traída invadiu sua alma e seu coração.

· Depois veio a dor física: seus olhos foram vazados pelos filisteus;

· Depois a dor do trabalho forçado;

· A dor de ser humilhado perante os inimigos;

· A dor do vexame. Sansão havia se tornado motivo de riso de seus inimigos e de tristeza de seu povo.

Conclusão
Sabemos que o grande problema de Sansão foi o de não ter procurado obedecer à voz de Deus e nem ter tentado conduzir sua esposa à presença de Deus. Tudo aponta para a direção de que Sansão havia abandonado seus princípios religiosos. Ele, na verdade, havia abandonado o Senhor. Pelo menos, no que diz respeito ao seu voto de nazireu. Portanto, é no afastamento do Senhor que perdemos nossos referenciais. Quando nos afastamos de Deus nossos olhos ficam como que vendados e aí passamos a ver as coisas apenas na nossa perspectiva. Perdemos a noção dos planos de Deus para a nossa vida.

No final da vida, Sansão, em meio a toda dor, arrependeu-se genuinamente (Jz 16:28-31). Pela misericórdia de Deus (v 30), ele entrou para a galeria da fé, visto que “a misericórdia de Deus nos dá força para continuar na luta”.

Aplicações para a vida
Do relacionamento de Sansão com Dalila aprendemos importantes lições:
1. A arrogância espiritual pode nos insensibilizar quanto à vontade de Deus;

2. A desobediência a Deus pode nos causar danos irreparáveis;

3. Um casamento sem a benção de Deus tem tudo para não dar certo;

4. Na vida conjugal devemos usar nossas palavras para edificar nosso cônjuge;

5. Devemos sempre conhecer o propósito de Deus para nossa vida pessoal e fazer do casamento a expressão da glória de Deus;

6. Qualquer atração sexual fora do casamento é pecado e deve ser confessado a Deus.
Além do ponto final

A experiência de conviver no casamento com uma pessoa de outra religião pode se apresentar em três condições:
1. Pode acontecer após o casamento, quando um dos cônjuges decide abraçar a fé evangélica.

2. Se apresenta antes do próprio enlace matrimonial, quando o noivo ou a noiva cristã toma a decisão de se casar com uma pessoa que professa outra crença que não seja a da sua experiência evangélica.

3. Acontece quando marido e esposa são crentes, mas por uma determinada causa, um deles resolver abandonar a fé.

Nas três possibilidades, o desafio de testemunhar a fé cristã é grande. No Segundo caso, é preciso que o cônjuge crente tenha consciência de que falho no que concerne ao ideal de Deus para o casamento (2 Co 6:14-16). Em todos os casos, o desafio está em influenciar o cônjuge não-crente a ter uma experiência de conversão. É preciso que o cônjuge crente tenha em mente coisas importantes.

· É preciso que o cristão saiba que é da vontade de Deus que toda a família seja salva (At 16:31),

· É importante testemunhar, principalmente com as atitudes, na família e no relacionamento conjugal. O cônjuge crente deve viver, no dia-a-dia da vida conjugal as orientações bíblicas.

i. No caso das esposas, o texto de 1Pd 3:1-6 deve ser a bússola para influenciar positivamente o marido.

ii. Para os esposos, cujas esposas não são cristãs, as recomendações de 1 Pd 3:7 e de Efésios 5:25-32 são importantíssimas para sensibilizar o coração da esposa e facilitar sua decisão por Cristo. Em:

· É importante orar.
o Orar por si, para que Deus dê condições de viver os textos acima citados.

o Orar para que o espírito trabalhe no coração do cônjuge que está distante de Deus e da sua igreja.

o Pela oração, podemos aproximar o esposo ou a esposa de Deus. Pela oração, vemos o nosso cônjuge salvo por Cristo.

Uma atenção deve ser dada às atividades na igreja. Nosso alvo maior é fazer com que nosso cônjuge conheça a Cristo como Salvador. Não devemos criar atritos de querer levar o cônjuge a uma atividade da igreja. Nosso alvo é trazer Cristo para a vivência conjugal. Sua participação na igreja, após a conversão, será natural. Por último, deixemos que o Espírito Santo faça a obra (Jo 16:7-11). Nosso papel é testemunhar com a vida.

Caminhando com DEUS

Caminhar com Deus é vitória garantida! Quem esta com Deus vive melhor! Com Deus tudo se torna mais fácil! A provação que tem passado, não é nada! Assim é a vida de quem caminha com Deus!

Quem está na presença de Deus é tentado todos os dias! È perseguido até o fim. Mas Deus dá forças para caminhar! Ele cuida dos teus filhos. Jamais deixará os seus filhos desamparados!
Caminhar e caminhar, só nos resta caminhar sem parar, seguir em frente.

Não volte para trás! Vá em frente, entregue tudo nas mãos de Deus, e continue caminhando.

Caminhar é o que nos resta! Só caminhar, sem nunca parar!

Caminhar com Deus!

Caminhar com os seus!

Caminhar com aqueles que estão estacionados na fé!

Uma caminhada nos faz bem!

Não pare meu irmão, por mais difícil que esteja, não pare! Isso só servirá de atraso!

Meus irmãos, vão, caminhem, só caminhando é que chegamos onde almejamos. Sem caminhada, não tem chegada! Porque pára? Porque sofre? Porque lamenta? Porque do desespero? Porquê? Vive de um lado para o outro? Assim não dá! Você ESTACIONANDO NA FÉ! Quem para, corre o risco de desanimar! É um mal que vem destruindo uma boa parte do povo de Deus! Não permita que o DESÂNIMO ENTRE EM SUA VIDA! Não deixe isso acontecer! É ele a causa de toda desgraça! Essa é a arma que vem destruindo a vida dos cristãos!

Muitos não imaginam o rombo que o desânimo causa em nossas vidas!

Maldito desânimo! É ele que faz a fé ir se desfazendo! É ele que vai te afastando da graça de Deus! E te transformando num monstro humano! Isso é doido! Como dói! ESTRESSE, DEPRESSÃO, ANGÚSTIA! Esse é o fruto do desânimo! E pode te levar a morte!

Meus irmãos, não deixem o desânimo invadir o seu coração! É ela a causa de toda a desgraça social!

Coragem meus irmãos, mostrem que vocês são fortes! Dêem um chute em tudo isso! Não vai te levar a lugar nenhum! Só te levará para miséria!

Veja bem a sua vida! Faça uma análise! Te convido a sair dessa!

Vamos caminhar juntos! Voltem para graça de Deus! A sua vida em si, já é um estado de graça! Que maravilha, levante a cabeça!

Dê uma sacudida nas misérias! Jogue-as para o chão! É lá o lugar delas! Não em você! Você é filho de Deus! Você não merece isso!

Você foi liberto pelo sangue do Cordeiro! Tudo que você está passando é um nada nas mãos de Deus! Isso mesmo, não é nada!

Deus é maior que tudo isso! Se você estiver parado, comece a caminhar! Uma caminhada de fé mostre para esse problema o tamanho do seu Deus! Isso não é nada perante Deus!

Meus irmãos, é hora de aquecer esta fé que mora em você! É pela fé que todo mal vai embora! Se sua fé esfria, o mal prevalece! O sofrimento é simplesmente a falta de fé! Peça a Deus que aumente a sua fé!

Vamos caminhar juntos! Na fé, na esperança e na caridade! Só assim vamos encarar os problemas de frente! Vá em frente, você é capaz!

“Caminhar com Deus é vitória garantida”


Seus Irmãos em CRISTO,


Claudio, Luciana e Isabelle..

Hospital do Senhor

CHECK-UP

Fui ao “Hospital do Senhor”, fazer um check-up, e constatei que estava doente. Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que estava de baixa Ternura. Ao tirar a Temperatura. O termômetro registrou 40 graus de Egoísmo. Fiz um Eletrogardiograma, e foi diagnosticado que necessitava de uma ponte de Amor, pois minha artéria estava bloqueada, e não abastecendo meu coração vazio. Passei para ortopedia, pois estava com dificuldade de andar lado a lado com meu irmão, e não conseguia abraça-lo por ter fraturado o braço ao tropeçar na minha Vaidade. Costatou-me miopia, pois não conseguia Enxergar além das aparências.

Queixei-me de não poder ouvi-lo, e diagnosticou bloqueio em decorrência das Palavras Vazias do dia-a-dia.

Ao diagnosticar, o Senhor não cobrou a consulta, e ainda me medicou com o melhor dos remédios naturais: O receituário do seu Evangelho.

· Ao chegar ao trabalho, beber uma colher de sopa de bom dia, e de hora em hora um comprimido de paciência com um copo de humildade;

· Ao chegar em casa, tomar diariamente uma injeção de amor;

· Ao deitar, duas cápsulas de consciência tranquila + chá de agradecimento.

Autor Desconhecido.

Conclusão:
Seguindo o receituário do Evangelho, tenhamos a certeza de que não ficaremos mais doente e todos os dias serão de confraternização e solidariedade. Mas é preciso prolongar esse tratamento preventivo por toda a nossa vida, para quando nos chamar seja por morte natural.


Lendo este Editorial, o que entendeu dele sobre:
Ternura: é termos carinho, afeto e dedicação ao próximo;

Egoísmo: Por muitas vezes só queremos ser amado, só queremos ser ouvidos,”e ouvir coisas que nos agradam, e esquecemos de doar o que temos, até mesmo um sorriso.

Amor: “A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros, porque quem ama aos outros, cumprea lei.” (Rom. 13:8).

· Se não amamos somos amargurado, tudo se torna feio, e todos tem os piores defeito. Abramos nosso coração para amarmos nosso próximo, se acharmos difícil existe uma ponte para cheguarmos mais perto dele, essa ponte é Deus. Se deixarmos Deus ser essa ponte, nossa Artéria jamais bloqueará.

· Andar lado a lado com o próximo: Sempre estamos ocupando nossos braços, mente, que nos esquecemos de estender a mão ao nosso próximo, por muitas das vezes esquecemos principalmente de ocupar nossa mente com coisas sádias, e a deixemos ser oficina do diabo. Deixamos a vaidade do mundo nos envolver de tal forma que achamos que podemos caminhar sozinhos, então nos afastamos de pessoas que sentimos tanto afeto.

· Miopía: é preciso enxergarmos as coisas erradas em nós mesmo, fazendo enxergar nossos próprios defeitos.

· Timpanos: É preciso bloquear nossos Tímpanos, com palavras que não agradam a Deus. E desbloquear para ouvir palavras sádias, que edifique nossas vidas, e que alimente o nossos Espírito.

Receituário:
*Paciência: “Pelo contrário, em tudo recomendando-nos a nós mesmo como ministro de Deus, na muita paciência, nas afliçoes, nas privações, nas angústias.” Paciência (Raiz de todos os bens.) Fundamento da vida Cristã.

*Humildade: Nada façais por vangloriar, mas por humildade; cada um considere os outros

*Amor: Ame uns aos outros, de tal maneira que vos ameis.

*Consciência: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.”

Cada vez que vejo o filme A Paixão de Cristo, caio na realidade de que cada vez mais preciso ir ao Hospital do Senhor.

Diante de tudo que Jesus Cristo sofreu por nós, somos muito egoísta, pequenos, preocupantes com picuínasm enxergante dos defeitos do outro.

Quando li este texto, percebi que eu precisava o mais rápido possível fazer esse Check-Up.

DEUS é o culpado

Em Entrevista a um programa da TV norte-americana, a filha do reverendo Billy Graham foi questionada sobre como é que Deus teria permitido o acontecimento horroroso dos episódios do dia 11 de setembro de 2001 (atentados contra as Torres Gêmeas e o Pentágono). Anne Graham deu uma resposta considerada profunda e sábia;

“Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos, nós temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como é, eu acredito que Ele, calmamente, nos deixou. Como poderemos esperar que Deus nos dê a Sua benção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?

Eu creio que tudo começou desde que disseram que era impróprio fazer oração nas escolas americanas e que seria melhor também não ler mais a Bíblia nos colégios, e nós concordamos.

Logo em seguida, o pediatra Benjamin Spock dise que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar a auto-estima deles (o filho do doutro Spock suicidou-se). Nós dissemos: “um perito nesse assunto deve saber o que está falando.”

Depois, alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Aí, alguém sugeriu que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas eles quisessem, para que pudessem se divertir à vontade.

Alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas e disséssemos que isto é uma coisa sadia, uma apreciação natural da beleza do corpo feminino. Só que uma outra pessoa levou isto um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas, colocando-as à disposição na internet.

Agora nós estamos nos perguntando, porque nossos filhos não tem consciência e não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado? Por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas, seus próprios colegas de classe ou a si próprios? Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós colhemos exatamente aquilo que semeamos!

Se uma menina escrevesse um bilhetinho para Deus dizendo: “Senhor, por que não salvaste aquela criança na escola?”, a resposta Dele seria: “Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!”

É triste como as pessos simplesmentem culpam Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno. Como cremos em tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia ensina. É triste ver como alguém diz: “Eu creio em Deus”, mas ainda assim segue a Satanás, que , por sinal, também “crê” em Deus.

AS 14 POSTURAS DAS PESSOAS

Antes de ser excelente por fora você precisa ser excelente por dentro. Ser um profissional de qualidade é 10% Conhecimento, 10% Habilidade e 80% Atitude. Conheça as posturas vencedoras das pessoas bem-sucedidas e entre para o clube dos campeões disputados no mercado.

ERA UMA VEZ um vendedor chamado de Profissional Qualquer. Ele se esforçava para ser melhor, mas seus resultados eram muito ruins. Um dia, ele estava andando pela estrada feia do desemprego quando avistou um velho de barbas brancas com uma pasta na mão e foi logo perguntando:

- Perdoe-me a curiosidade, o senhor tem toda a aparência de vencedor mas... Não entendo... O senhor deve ter mais de cem anos!

- Muito mais - respondeu o velho -, muito mais. Eu sou a competência profissional e...

- Competência profissional? -, se surpreendeu o Profissional Qualquer... Mas como?

- Eu sou a Excelência em Ação, o Poder do Êxito, eu sou o Midas da Assertividade, pois tudo que toco eu transformo em resultados, sou a Alavanca do Triunfo, a Força da Prosperidade, o Máximo em Otimização de Talentos, mas, se quiser, pode me chamar de O Senhor da Postura...

- Senhor da Postura! Por favor, explique-me seus segredos -, clamou o Profissional Qualquer, se beliscando para saber se tudo aquilo era sonho ou realidade.

- Bem - continuou o velho -, eu vou tirar de dentro desta minha pasta 14 cartazes pequenos.

Espalhe-os em toda sua casa: quarto, banheiro, cozinha, copa e, ao sair para trabalhar, leia cada um deles em voz alta. Em 14 dias você será um profissional proativo e assertivo. Os textos dos cartazes são estes:

1. A POSTURA DA ÁGUIA
v Tenho uma auto-estima de vencedor.

v Tenho uma auto-imagem de campeão.

v A melhor empresa do mundo é a minha.

v O melhor trabalho do mundo é o meu.

v O cliente acredita porque eu acredito.

v Jamais me desqualifico, pois sei que

v não importa o ninho se o ovo é de águia.

2. A POSTURA DO EMPENHO
v Treino meu potencial e meu empenho vira desempenho.

v Invisto em mim e o que é comum vira incomum

v e o ordinário se transforma em extraordinário.

v Sempre faço perguntas táticas que geram emoção de competência.

v Jamais digo: "Será que eu chego lá?"

v Pergunto sempre: "De que jeito eu chego lá?"

3. A POSTURA DO FOCO ASSERTIVO
v Consigo o que quero ajudando pessoas a conseguir o que elas querem.

v Quanto mais eu penso nos clientes - mais dinheiro eu ganho.

v Quanto mais eu penso no dinheiro - mais perco os clientes.

v Quanto mais eu penso em mim, mais as pessoas me rejeitam.

v Quanto mais eu penso nos outros, mais eu subo na vida.

4. A POSTURA DO OUVIDO CONSULTOR
v Ouço mais e falo menos, por isso, tenho uma boca e dois ouvidos.

v Ouço para compreender, não para responder. Ouço idéias, não palavras.

v Ouço ativamente. Escuto dinamicamente. Falo empaticamente.

v Eu não sei resolver o problema dos outros, eu apenas ouço e, depois, digo: "Você se supera, você é maior que seu problema!", pois o clamor das pessoas é: "Eu só quero é que me escutem!"

5. A POSTURA DA FITA MÉTRICA
v Transformo meus sonhos em objetivos.

v Divido meus objetivos em pequenas metas.
v E transformo cada meta em ação produtiva mensurável.

v Quantifico tudo. Entendo que se um resultado não puder ser medido não é tão importante assim.

v Valorizo os controles estatísticos que são o espelho de meu progresso.

6. A POSTURA DA SEGUNDA MILHA
v Faço mais que a obrigação.

v Quanto mais eu trabalho, mais "sorte" eu tenho.

v Dou sempre um passo a mais, quando estou cansado.

v Sigo a regra Lombardi: "O cansaço nos faz covardes".

v Meu lema: "Funcionários precisam funcionar".

7. A POSTURA DAS ENERGIAS INQUIETANTES
v Tenho fome de auto-superação.

v Meu combustível é meu entusiasmo.

v Nunca desisto, sou teimoso positivo.

v Entendo que só qualidade pessoal gera qualidade profissional.

v Meu bom humor me mantém produtivo e forte em relações humanas.

v E relação com produção é o que mantém minha saúde e meu emprego.

8. A POSTURA DA DERROTA AOS FANTASMAS
v Sou maior que meu medo. Ele aparece, mas não prevalece.

v Venço o medo, fazendo o que temo. O medo é um preconceito de nervos e um preconceito se desfaz - basta uma reflexão, já dizia Machado de Assis.

9. A POSTURA DA NOVA FLEXIBILIDADE
v Tenho mente aberta para novos conhecimentos. Sou flexível.

v Ao mesmo tempo em que tenho idéias novas, sei escapar das antigas.

v Sou veloz para não desaparecer e ágil para não empobrecer.

v Transformo dados em informações. Transformo informações em conhecimentos, pois sei que com capital intelectual, disciplina, automotivação, ousadia, determinação e ética eu chego além do topo da empregabilidade ou do empreendedorismo.

10. A POSTURA DO DETALHE
v Penso grande, mas nunca desprezo as pequenas ações.

v Ninguém esmaga gigantes e, sim, formigas.

v Ninguém tropeça no Himalaia ou nos Andes e, sim, nos pedregulhos das estradas. É o detalhe que me foge que me faz fugir da excelência. A competência está nos pequenos detalhes.

v Vencer é crescer gradativamente, aos pedaços.

v Superação não é eu fazer algo extraordinário, é eu fazer só um pouquinho melhor o que já faço tão bem todo dia.

11. A POSTURA DO RELÓGIO
v Administro meu tempo. Ponho coisas no tempo e tempo nas coisas.

v Calendarizo tudo. O importante não é saber o que fazer e, sim, o que fazer primeiro.

v Ser vencedor é administrar prioridades.

v Por isso, nunca perco o foco. Sou seta, não círculo.

12. A POSTURA DAS CORREÇÕES
v Eu nunca fracasso, apenas encontro maneiras que não funcionam e transformo tudo em estratégias para eu desviar rotas e atingir a excelência.

v Eu erro, mas eu não sou os meus erros.

v Eu fracasso, mas eu não sou um fracasso.

v Eu estou com preguiça, mas eu não sou preguiçoso.

v Eu estou triste, mas eu não sou a tristeza.

v Eu estou feio, mas eu não sou a feiúra.

v Eu estou deprimido, mas eu não sou a depressão.

13. POSTURA DO DESLUMBRAMENTO
v Meu desafio diário é seduzir clientes internos (meus colegas) e externos (os lá de fora que pagam a conta) e não apenas atendê-los.

v Sou um profissional do encantamento e um gerador de resultados.

v Ajo como um centro de lucros para minha empresa.

v Eu nunca peço recursos - eu sou o recurso.

14. A POSTURA DA ESPIRITUALIDADE
v Conheço todas as técnicas para executar meu trabalho, mas sei que amar não é uma técnica.

v Amar é uma entrega, por isso, trabalho com paixão e comprometimento. Quando estou em depressão, oro ao Eterno.

v Quando falha a auto-ajuda, peço a ajuda do Alto, pois sei que paz na excelência não é caminhar para o Eterno, é caminhar com o Eterno. Com paz não tenho estresse.

v E sem estresse sou mais produtivo e feliz. E sendo feliz eu cresço na empresa porque as pessoas gostam de estar perto de gente feliz.

O velho entregou os 14 cartazes da Postura e desapareceu na estrada.
Jamais alguém o encontrou de novo.

Até hoje, quando conta essa história, indaga o deslumbrado Profissional Qualquer.
- Quem era aquele velho?
O Anjo da Excelência?
O Príncipe da Motivação?
Algum guru da nova administração?
O Sábio da Assertividade?
Um Zé das Emoções Competentes?

Bem, não importa. A única coisa que se sabe é que depois daquele encontro estranho nunca mais aquele funcionário foi chamado de Profissional Qualquer.

Aconteceu com ele.
Pode acontecer com você.

Datas que a igreja católica instituiu alguns de seus dogmas

Datas Dogma
431 DC
Instituição do Culto a Maria(Mãe de Deus, Imaculada, Intercessora, Co-Redentora, Rainha do Céu.
503 DC
Instituído o purgatório
787 DC
Instituído o culto às imagens
913 DC
Instituída a canonização dos santos
1184 DC
Instituída a inquisição (martírio de milhares de na Idade Média, na pré-reforma e no período pós-reforma.
1190 DC
Instituída a venda das indulgências
1215 DC
Instituída a transubstanciação (decretada pelo papa)
1216 DC
Intituída a confissão auricular
1546 DC
No concílio de Trento, foram incuídos os livros apócrifos no cânon
1854 DC
Instituído o dogma da Imaculada Conceição
1870 DC
No concílio do Vaticano, instituído pelo papa Pio IX o dogma da infalibilidade papal.
1950 DC
Por decreto do papa, foi firmado o dogma da assunção de Maria, ou seja, Maria ressuscitou dentre os mortos e foi elevada aos céus, à semelhança de Jesus, para ser rainha do céu.

Matrix e sua filosofia pós-moderna

Somos a todo o momento influenciados a criar um mundo para nossa vida, excluindo pessoas, famílias e desconhecidos. Temos vários tipos de religiões e seitas que fazem pessoas a criar o seu mundo, acreditando em diversas maneiras de viver. Um mundo onde convivemos com pensamentos diversos, leis diversas e paradoxais. Podemos dizer que existem vários mundos dentro de um mesmo mundo, sendo assim, criamos o nosso mundo, ou a nossa maneira de viver.
Hoje temos “cristos e deuses” dispersados pelo mundo inteiro, em filosofias diferentes, e divergindo do verdadeiro CRISTO E DEUS. Criando adoradores a estes cristos e deuses inventados, criados pela nossa consciência e aprimorados no decorrer dos tempos, não conhecendo ou rejeitando o verdadeiro CRISTO E DEUS, criando suas leis ou éticas de vida e carregando uma leva de adoradores.

Direcionando nosso assunto agora para o filme matrix temos:
Personagem Significado Simbolismo
Trinity Trindade em inglês Trindade
Morfeu Deus dos sonhos – Mitologia grega Papel de João Batista e de Deus Pai
Neo Novo do grego O escolhido – substituto para Jesus.

Matrix tenta trazer-nos mais uma nova verdade, uma forma de pensar que o mundo em que vivemos é irreal ou traz-nos outra realidade diferenciada da que acreditamos. Para não sermos iludidos com esse tipo de pensamentos ou filosofias, temos que estar bem fundamentados em nossa fé, nosso Criador, nosso Mediador e Salvador, que por meio de sua vida, na cruz, purificou-nos de todo o nosso pecado. Temos como confrontar a sua vida, na Terra, com relatos Bíblicos e Seculares, tais como, Flávio Josefo em seu livro História dos Hebreus, confirmando a existência de nosso Salvador Jesus Cristo.
Por muitas vezes, alguns de nós, pensamos que Deus não existe pelo fato de não aceitarmos tais acontecimentos em nossa vida (perda de um ente querido, uma pessoa ser estuprada, morte de um bebê, etc). São acontecimentos que geram um sentimento de vazio e deixando-nos perplexos com o fato ocorrido, sentido que algo está errado, às vezes, perguntando: Se Deus existe, por que deixou isto acontecer? Ele não me ama? Ele não ama este mundo? Virou as costas para o mundo? Perguntas deste tipo pairam em nossos pensamentos quando um acontecido deixa um vazio ou uma indignação em nosso ser. Nessas horas passamos a acreditar que Deus não existe e estas filosofias entram com facilidade em nossa vida, deixando-nos céticos ou ateus.
Mais uma vez temos uma bela obra “MATRIX” tentando desvirtuar o nosso olhar do alvo correto, “CRISTO”, pois um simples filme, com uma ficção e perspicácia em seu conteúdo passa uma mensagem que tudo o que vivemos é mera irrealidade, ali é criado um criador, um mensageiro e um salvador; formou-se uma religião e seus seguidores, o bem e o mal, o certo e o errado. Matrix 1,2 e 3 uma trilogia que prende a atenção do espectador e faz o espectador analisar a forma de sua crença, credo, estilo de vida e até reavaliar e mudar o seu pensamento virando um cético ou ateu, como já abordei acima.
MATRIX uma obra que não vai ser a primeira e nem a última para fazer-nos pensar no que acreditamos, como vivemos e como temos que viver, tentando mudar nosso pensamento e nossa vida. Acredito que daqui algum tempo o mundo verá coisas piores e teremos que ter mais certezas do que acreditamos e termos vida para podermos influenciar outras pessoas que não conhecem a verdade “Cristo como Salvador e Deus como nosso Criador”, a aceitá-los e viver uma vida diferente do que estão acostumados a viver.
Este pensamento “Neo” vem alastrando-se por décadas e por séculos, pois a cada dia notamos que nasce um pensamento filosófico do novo modo de vida que temos ou que teremos.
O apóstolo Paulo nos exorta para que o nosso fundamento seja Jesus Cristo e não há outro (I Cor 3:11). Sabemos que estes pensamentos novos, “NEO”, são lançados para firmar outros fundamentos em nossa vida, e a cada momento aparecerão outros e outros, tentando ser mais convincentes.
Temos:
· A nossa fonte de conhecimento: a Bíblia;
· O nosso Salvador e Mediador, Jesus Cristo;
· O nosso Consolador, o Espírito Santo;
· O nosso Criador e Pai, DEUS.
Houve várias tentativas de desacreditar no que acreditamos, principalmente sobre a Bíblia e não houve sucesso no seu intento, grandes homens e seus grandes conhecimentos renderam-se a verdade da Palavra de DEUS, a Bíblia, mesmo não aceitando a Jesus Cristo como Salvador, não podem negar os fatos ocorridos na Bíblia. Somos sabedores disso tudo e mesmo assim, alguns de nós, somos levados a pensar na possibilidade de a Bíblia ter certo erro na sua história, na vida de Jesus Cristo e no Senhorio do nosso DEUS. Se não conhecermos Cristo e a Palavra de Deus, automaticamente, acreditaremos em qualquer novo pensamento ou informação que for veiculada.
Platão, Aristóteles, e outros filósofos tiveram novos pensamentos, novas filosofias.
MATRIX, novo pensamento, nova filosofia, o que ainda virá? Quantos novos pensamentos ou filosofias virão?
Sendo sabedores disto tudo basta somente nós firmarmos nossa fé e ajudar pessoas a conhecerem e firmarem a sua fé no verdadeiro “NEO”, “O ESCOLHIDO”, “JESUS CRISTO”, para não deixarmos as outras pessoas se enveredar por outros pensamentos ou filosofias vãs.

Cultura Judaica

19. Cultura Judaica
19.1 Calendário Litúrgico Anual
As principais festas judaicas estão associadas ao ciclo da natureza. As comemorações ligadas às primícias, às colheitas transformaram-se em datas de aniversário de acontecimentos da história de Israel.

19.1.1 Rosh Hashaná - Festa do Ano Novo
Dias um e dois de Tishri (Setembro) festejam a criação do Homem, o começo do ano. Também chamado Dia do Julgamento, Deus abre três livros: um para os justos, outro para os iníquos, e outro para os que se desviam desta categorização. Tocam o shoffar convidando os homens a lembrar-se do seu passado, a arrepender-se dos pecados, a penitenciar-se. Durante os festejos, consomem alimentos escolhidos pelo seu simbolismo: comem a cabeça de um animal para viverem o ano com a cabeça; o pão que habitualmente molha em sal, é mergulhada em mel, juntamente com um pedaço de maçã para que o ano novo seja doce. À tardinha, numa cerimónia chamada Tashlich (deitarás fora) deslocam-se a um local (rio, mar, ...) onde haja peixe e atiram-lhes migalhas de pão que representam os pecados.

19.1.2 Yom Kippur - Dia de expiação, do perdão
É a celebração mais solene do calendário judaico. Comemora a dez de Setembro, marca o culminar dos dez dias de penitência iniciados em Rosh Hashaná. Os judeus adultos abstêm-se de comer durante vinte e quatro horas. consagram o tempo à oração , ao ascetismo, ao arrependimento. A liturgia começa com o Kol Nidré: rogam a Deus pelo incumprimento dos votos e promessas feitos durante o ano. Oram também pelos parentes falecidos, ouvem a leitura do Torá, do livro de Jonas. É o dia de reconciliação entre judeus. Devem perdoar-se os males e repará-los.

19.1.3 Sukot - Festa das cabanas
Ligada à antiga festa das colheitas, celebra-se durante oito dias, entre quinze e vinte e dois de Tishri (Setembro/Outubro). Lembra-te o tempo em que o povo de Israel errou pelo deserto, depois da saída do Egipto. É costume cada família construir uma cabana com ramos e flores, simbolizando a condição nómada do povo hebreu.

19.1.4 Simhat Torá - Alegria da Lei
É a festa de exaltação da Lei revelada por Deus ao povo escolhido. É celebrada a quando da leitura da última das 54 secções da Torá. Na Sinagoga há manifestações de alegria; os rolos do livro da Lei são retirados do Arón (armário sagrado) e transportados pelos fiéis em procissão, dando sete voltas em torno do recinto sagrado. Cantam e dançam. Os personagens principais da festa são o hatán Torá (noivo da Lei) e o hatán bereshit (noivo do Génesis), ou seja, os homens da comunidade a quem compete ler a última secção do Deuteronómio e a primeira secção do Génesis. São os noivos, porque afinal a Torá, a Lei, é a esposa do povo de Israel.

19.1.5 Hanuká
Tem lugar em Kislev (Novembro/Dezembro) e dura oito dias. Festa das luzes comemora a vitória dos irmãos Macabeus em 165 a.C., sobre Antíoco Epifanes, o governador grego que havia proibido a prática do judaísmo e pretendia helenizar os judeus. Os Macabeus quiseram re-inaugurar o templo judaico e reacender a menorá (candelabro de sete braços); porém, tinham um só recipiente de óleo kasher (puro). Milagrosamente o óleo que seria suficiente para vinte e quatro horas ardeu durante oito dias, o tempo necessário para o fabrico de óleo adequado. Desde então, em cada casa, vão-se acendendo oito luzes, uma a uma, em cada dia, nas hanukias, candelabros especiais que simbolizam milagre.

19.1.6 Tu Bishevat
Comemora-se aos quinze dias de Shevat (Janeiro/Fevereiro). Festa menor é conhecida como o ano novo das árvores. Depois do Inverno a natureza começa a ressurgir. E os judeus comem frutas, adornam a mesa com flores, entoam cânticos em louvor do renascer da natureza.

19.1.7 Purim
Dia catorze de Adar (Fevereiro/Março) tem lugar a celebração de Purim. Lembram a história narrada no livro bíblico de Ester, jovem judia, que ocultou a sua identidade religiosa e encantou o rei persa Assuero. O tio, Mardoqueu, desencadeia a ira de Amã, conselheiro do rei, porque se recusa a prostrar-se à sua passagem.

19.1.8 Pessah - Páscoa
Entre quinze e vinte e dois de Nissan (Março/Abril), os judeus comemoram a saída do Egipto, liderados por Moisés. Festa do cordeiro, dos ázimos, da Primavera é uma das festividades mais relevantes do judaísmo. É o tempo do reafirmar da consciência judaica. A casa é purificada; todos os utensílios usados para a alimentação são escaldados ou lavados em água corrente. Há famílias que possuem recipientes para usar exclusivamente durante esta festividade. Anualmente é lido o relato da saída do Egipto e o elemento mais novo deve perguntar ao chefe da família: Em que se distingue esta noite? A refeição ritual do Seder permitirá a explicação. Na mesa deverá haver lugar para o profeta Elias (cadeira e cálice), vêem-se três Masot (pães sem fermento) relembrando a partida precipitada dos judeus e simbolizando a busca do povo pela liberdade; Um osso de cordeiro representando o sacrifício no Templo; um ovo cozido, mergulhado em água salgada simbolizando o nascimento e a morte, a fugacidade da vida terrena, as lágrimas e os sofrimentos dos judeus; o Maror, ou ervas amargas lembrando a amargura que os antepassados sofreram no Egipto e que todos os escravizados sentem; Harroset, uma pasta feita de frutos secos, figos, tâmaras, canela e mel representando a argila com que os judeus efectuavam as obras do faraó. Ao lado, um recipiente com água salgada e vinagre, no qual se molham as ervas amargas e se recorda a travessia do mar Vermelho, na fuga para a terra prometida. No decorrer da cerimónia, bebem quatro copos de vinho especial e recitam a Hagadá, o relato da saída do Egipto. A Páscoa é, também, o período mais fortemente marcado pela luta de separação entre as fés judaica e cristã. É tempo de definição de linhagens de religiões que se dividiram a partir de uma crença essencial: para os cristãos o Messias é Jesus Cristo, que realizou a sua missão; os judeus continuam a sua espera messiânica pelo reino de Deus, de Paz e de Amor.

19.1.9 Shavuot - Festa das colheitas
Celebra-se a seis e sete do mês de Sivan (Maio/Junho), sete semanas depois da Páscoa. Festa de colheitas tem um sentido agrícola e comemora a entrega das Tábuas da Lei a Moisés no Monte Sinai. Festa de agradecimento pela benesse das colheitas, na Sinagoga é lido o livro de Rute cujo cenário é a faina agrícola. Entoam cânticos de louvor a Deus por haver outorgado a Lei a Israel.

19.1.10 Tishá Beab - Destruição do Templo
É o dia mais triste da História Judaica. Data de luto por excelência, situa-se a nove do mês de Av (Julho/Agosto). Um jejum rigoroso lembra os acontecimentos infelizes que ocorreram, nesse dia, em várias épocas. Os hebreus fugidos do Egipto ouvem a proibição de entrar na Terra Prometida; o primeiro e o segundo Templos são destruídos ocasionando a Diáspora; a cidade de Béthar foi tomada pelos romanos em 135. Associaram, por isso, a esta data todas as desgraças que aconteceram ao povo judaico - Inquisição, Perseguições, Nazismo -, bem como a cada judeu. O livro de Lamentações de Jeremias, o livro de Job e os relatos sobre a destruição do Templo são as leituras do dia.

20. Modo de vida nos templos Bíblicos
20.1 O Ciclo Vital
Cerimónias religiosas assinalam as idades da pessoa. Na verdade, "... as fases fisiológicas da vida humana e, acima de tudo as crises e a morte, constituem o núcleo de inúmeros ritos e crenças". É assim com o nascimento, a adolescência, o casamento e a morte.

20.2 A Circuncisão
É um dos preceitos fundamentais do judaísmo. É o mohel (circuncidador) que procede à remoção do prepúcio. Durante a cerimónia, a criança é colocada na cadeira de Elias, o profeta, cuja presença os crentes invocam. O pai, o padrinho (sandak) que segura a criança durante a operação, a mãe, familiares, participam nesta festa que inclui um banquete. Durante a cerimónia é atribuído um nome ao filho.

20.3 Bar Mishvá - Filho do Preceito
Ao atingirem a maioridade religiosa, os treze anos, os jovens devem cumprir todos os preceitos, participar nas cerimónias e integrar o miniám (quórum de dez homens necessários à celebração religiosa). É altura de festa para familiares e amigos. Nesse dia o jovem é chamado para ler a Torá. A bath mishvá (filha do preceito), a cerimónia correspondente para as jovens, não é festejada nas comunidades ortodoxas. Porém aos doze anos a mulher é obrigada a cumprir os mandamentos que lhe estão destinados.

20.4 Infância
A Infância era breve nos dias antigos. As crianças, geralmente em número de sete, cresciam quase sempre em famílias amorosas. Os menores sentavam no colo da mãe e brincavam com vários brinquedos. Embora não houvesse esportes em equipe, as crianças inventavam seus próprios jogos, e os meninos lutavam.

Desde cedo, recebiam tarefas para fazer, como apanhar lenha para acender o fogo, tirar água do poço e cuidar dos rebanhos e do gado.
À medida que crescia, ia ajudando cada vez mais e dominando o trabalho. A menina, aprendia os serviços domésticos com a mãe. As crianças quase sempre acompanhavam seus pais nas festas religiosas e nos santuários.

20.5 Adolescência
A adolescência, como é para nós, era desconhecida nos tempos bíblicos. A criança tornava-se logo um jovem adulto e era encorajada a participar ao máximo da vida familiar. As jovens não usavam véu nem ficavam reclusas, podiam visitar livremente os amigos e vizinhos quando terminavam as suas tarefas.

20.6 Educação nos Tempos Bíblicos
A Educação sempre foi prioridade. A criança era ensinada a compreender a relação especial do seu povo com a espiritualidade. Como a criança era ensinada a princípio pela família, sua compreensão da fé era enriquecida pelas práticas familiares, especialmente refeições ligadas a festas religiosas como a Páscoa. Quando os meninos ficavam mais velhos recebiam do pai ensinamentos sobre sua herança e tradições religiosas.

As escolas elementares eram instaladas pela comunidade, em geral na sinagoga ou na casa do professor. Os meninos começavam a ir à escola com cerca de sete anos e ficavam sentados no chão, junto ao professor, que lhes ensinam a Lei e outras Escrituras. A educação acima do nível elementar era responsabilidade dos rabinos, escribas e fariseus.
Aprendiam também a ler, escrever e a fazer cálculos, assim como outros assuntos.

20.7 O casamento
Celebra-se na Sinagoga. Debaixo da hupa (pálio nupcial), que quatro jovens solteiros seguram, colocam-se os noivos. O rabi benze um copo de vinho e dá a beber aos noivos: utilizam o mesmo copo como símbolo da partilha a que se comprometem. Depois o noivo coloca um anel de ouro na mão da noiva, garantia de que irão conviver seguindo a Lei de Moisés. Segue-se a leitura da Ketubá, contrato matrimonial, que especifica as obrigações dos noivos e o dote da noiva. As sete bênçãos são, então, recitadas e, no fim, o noivo parte um copo com o pé, recordando a dolorosa destruição do Templo de Jerusalém. Seguem-se cânticos e música em redor dos noivos até que a alegria e a felicidade transpareçam no rosto de ambos. A festa continua com uma boda oferecida aos convidados.
O conhecimento das cerimônias relacionadas com os atos núpcias no Oriente é essencial para a compreensão de várias passagens da Escritura. Os esponsais realizam-se festivamente, com muita alegria, e então é permitido aos dois que conversem, tornando-se, assim, mais conhecidos um do outro. Mas, por espaço de alguns dias, antes do casamento, eles fecham-se nas suas respectivas casas, recebendo, então, o noivo e a noiva as visitas de amizade. Os companheiros do noivo acham-se expressamente mencionados na história de Sansão; também são indicadas as companheiras da noiva em Jz 14. 10 a 18 e Sl 45.9,14,15. As amigas e companheiras da noiva cantavam o Epitálamo, ou cântico nupcial, à porta da noiva, à tarde, antes do casamento. Os convidados das duas partes são chamados “filhos das bodas”, sendo isto um fato que lança muita luz sobre as palavras de Jesus Cristo: “Podem acaso estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?” (Mt 9.15) O noivo parte de tarde a reclamar a sua noiva, a hora já avançada, acompanhado dum certo número de amigos; e todos em procissão levam tochas e lâmpadas, indo adiante, geralmente, uma banda musical. Nenhuma pessoa pode juntar-se ao cortejo, sem alguma espécie de luz. Estopa ou farrapos de linho são muito torcidos e metidos em certos vasos de metal, no topo dum varapau. Doutras vezes a lâmpada ou a tocha vai em uma das mãos, ao passo que a outra segura um vaso de azeite, havendo o cuidado, de quando em quando, de deitar azeite na candeia para conservar acesa em todo o trajeto (Mt 25.1-8). Depois da cerimônia e bênção do casamento, são conduzidos o noivo e a noiva com grande pompa à sua nova casa. A procissão assemelha-se, em todos os seus principais aspectos, à do noivo que vem buscar a sua noiva. O episódio da “veste nupcial” baseia-se no fato de que era costume aparecerem as pessoas nas festas do casamento com ricos vestidos. Havia um guarda-roupa, do qual, podia servir-se todo aquele que não estava devidamente provido de veste nupcial. Se o casamento era entre pessoas de alta estirpe, recebia cada convidado uma magnífica vestimenta. Estavam as vestes penduradas numa câmara por onde passavam os convidados, que se revestiam em honra do seu anfitrião antes de entrarem na sala do banquete. Ainda prevalece no Oriente este costume: quando um homem rico faz uma festa, ordena uma espécie de peliça, para vestir sobre a sua roupa.

20.8 A Morte e o Luto
As comunidades judaicas, quando morre uma pessoa, realizam um ciclo de complexas cerimónias, durante um ano. A purificação inicia-se com a lavagem do corpo e o do homem deve ser envolvido num tallit, xaile de oração, ao qual se cortou um canto. A sepultura é unipessoal e contém, habitualmente, um pouco de terra de Sião. Feita a inumação do corpo é lida a oração fúnebre - Kadish. Os parentes próximos devem abster-se do consumo de carne e vinho durante sete dias; também não trabalham. Um sinal de luto é usado pelos parentes: um pedaço de pano preto rasgado em cima de uma peça de vestuário. A memória do defunto deve ser honrada com a distribuição de esmolas e orações. Nos trinta dias que se seguem ao falecimento, os familiares não participam em atos festivos. É ainda costume quando da visita do túmulo, colocarem uma pedra na sepultura.

20.9 As casas
As famílias se reuniam em clãs, ou seja moravam no mesmo terreno dividido em duas partes. No meio ficava um corredor disponível a todos. Um único ingresso, sempre munido de porta, separava as casas da estrada.
No corredor colocava-se os fogões à lenha, máquinas de grãos de tipo artesanal e as escadinhas de acesso ao teto. Ao redor destes pequenos pátios, ou corredores, estavam os cômodos onde moravam cada família pertencente ao clan: em geral as casas eram formadas por uma sala leito ( um único cômodo onde inclusive se dormia ), iluminada por uma série de janelas que davam para um pequeno corredor interno.
A característica destas habitações entorno a corredores comuns era a falta de portais com portas: cada casa era sempre aberta em respeito as outras. A única porta estava situada sobre a estrada e podia ser fechada por dentro. As salas de moradia eram construídas com muros de grossas pedras informes de basalto com adornos internos refinados afogados em uma massa de terra.
Os pavimentos eram feitos com rochas de basalto, lisas e arredondas pela erosão. Alguns desses vinham embelezados por um complesso de terra amarela. De frente a uma parede da sala se encontra ( em algumas casas ) um banco feito de pedras para apoiar os pequenos objetos domésticos como vasos, lâmpadas e outros.
Os tetos eram feitos com travessas de madeira para sustentar a laje feita de terra empastada com palha. Esse tipo de teto assegurava frescor e sombra, a luz da sala era mantida por pequenas janelas, essas não possuiam grades, eram inteiramente abertas para a entrada livre do sol.

20.10 Nascer no tempo de Jesus
Você já imaginou ou procurou saber sobre como as mães davam à luz no tempo de Jesus? Não era como em nossos dias e nem como era no tempo de nossos avós. O povo Hebreu a 2000 anos atrás possuia um maneira própria para a chegada do mais novo membro da família.

Próximo ao dia do parto, os hebreus se preocupam sobretudo com a cama e com o quarto. Estes precisam estar bem arrumados e livres de qualquer impureza legal. Assim se compreende o que escreveu Lucas, quando relatou que Maria, ao dar `a luz seu Filho primogênito, o envolveu com faixas e reclinou-o em um manjedoura. Isto aconteceu, ele diz, por causa de uma situação particular, porque para não havia lugar na hospedaria.
Após o nascimento da criança, em lugar puro e protegido pelos anjos, os hebreus e os parentes festejavam com o pai pelo nascimento do bebê: na noite do primeiro sabado depois do nascimento, se faz uma comemoração com cânticos na Sinagoga, de manhã o pai lê o Pentateuco, assim como aconteceu com João Batista, quando os vizinhos e os parentes exultavam em frases de felicitações ( Lc. 1,58 ), enquanto o pai cantava o “Benedictus” ( Lc. 1, 67-79 )
A alegria e as preocupações duravam por toda a semana, enquanto se prepara para a festa da Circuncisão.

20.11Como se vestiam os homens da Bíblia
A história bíblica abrange 2000 anos, mas devido ao clima quente e a pouca matéria prima disponível, o estilo das vestes permaneceu bastante uniforme em Israel quase todo o tempo.

Os pobres camponeses tinham somente a roupa feita de lã ou de pelo de cabra. Ao contrário, as pessoas ricas tinham roupa de inverno e de verão; roupa para trabalhar e roupa para outros eventos sociais; roupas feitas com diversos tipos de tecido: linho fino e inclusive, seda.
Na bíblia são raras as descrições de vestimentas, todavia numerosas representações egípcias, assírias e hititas nos dão uma certa idéia do vestuário então em uso.
Nas grutas do Mar Morto se conservaram restos de tecidos antigos e rolos de lã, os quais mostram somente alguns tipos de peças usadas no tempo da Bíblia, e ainda de modo muito simplificado.
Uma idéia de como poderia ser o vestuário daqueles tempos , podemos extrair também confrontando esses achados com os vestidos dos beduínos e dos agricultores contemporâneos do Oriente Médio.
A primeira peça, ou roupa íntima ( uma faixa trazida no flanco para enconbrir os genitais ), era feita de pele ou de pano.
As pessoas se cobriam com uma túnica, sobre a qual se podia usar uma pequena manta retangular, costurada em suas laterais ou feita de uma única peça ( semelhante ao “poncho” sul americano). Em suas bordas se prendiam franjas, enquanto ao centro havia uma abertura para a cabeça. Do mesmo modo, porém maior e em um tecido não trabalhado, era o manto, que servia também como coberta e que, por isto, um hebreu observante não podia tomá-lo como penhor durante a noite ( Ex 22, 25-26 ). No calor as pessoas o deixavam em casa.
Aos pés traziam sandálias ou chinelos com sola de coro, tendo um laço que vinha entrelaçado em suas cavilhas. Os cabelos eram ligados por uma fita, ou cobertos com uma espécie de turbante ou lenço. Foram os gregos a introduzir o uso do véu para as mulheres.Em sinal de luto ou penitência, homens e mulheres, cobriam o corpo com uma veste em forma de saco, e as vezes, cobriam com um pano rústico feito de pele de cabras, somente do abdômen aos pés.O modo de vestir reflete também o modo de pensar e de viver de um povo. Na história as roupas caracterizaram também a cultura de cada homem. As fotos coloridas utilizadas neste texto, referem-se ao modo árabe de vestir-se até algumas décadas atrás; em muitos aspectos reflete a moda do tempo de Jesus.

União de Casados PIBA

Um departamento de casados que nasceu no coração de Deus, e teve seu início no dia 07/09/2004, e com 6 casais apenas deu-se o início a esta organização chamada UNIÃO DE CASADOS.

Tendo o objetivo de direcionar e orientar, dinamizar e promover a integração entre os casais da PIBA através de estudos doutrinários sobe a perfeita forma de viver uma vida conjugal com Amor, Respeito Mútuo, Elogios, Reverência e Gratidão aos pés do Senhor.

Realizando estudos, orações, lazer entre os casais participantes e fazendo da família um grande instrumento de evangelização segundo o seu viver de acordo com a vontade de Deus.

Ore! Divulgue! Participe!

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